A Comissão Especial sobre Mortos e Desparecidos Políticos (CEMDP) realiza nesta semana, entre os dias 16 e 20 de julho, uma missão à região do Araguaia para acompanhar atividades de escavação, fazer o reconhecimento de novos pontos e realizar visitas a locais de memória. A expedição – que teve seus preparativos discutidos durante a 77ª reunião ordinária do grupo – contará com a participação da procuradora federal dos Direitos do Cidadão adjunta Eugênia Augusta Gonzaga.
Ao todo, a equipe será composta por três membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desparecidos Políticos, um médico-perito; uma arqueóloga forense, uma bioantropóloga, três geofísicos e cerca de oito familiares de desaparecidos políticos, contando, ainda, com a colaboração de representantes da pericia oficial do estado do Pará e de professores da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).
Visando coletar o máximo de informações e potencializar as investigações, os integrantes serão divididos em dois grupos. O primeiro terá como foco atividades de escavação e coleta de depoimentos nos municípios de Marabá e São Geraldo do Araguaia (PA). O segundo se dedicará ao reconhecimento e georreferenciamento de pontos localizados em cidades mais distantes, podendo chegar a municípios do estado de Tocantins – todos relacionados à guerrilha do Araguaia.
A ação conta com o apoio do Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria da República no Município de Marabá (PA); do Ministério dos Direitos Humanos (MDH); do Ministério da Defesa; da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e outros órgãos que cederam profissionais especializados para a realização das atividades.
Saiba mais – A Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) foi instituída em 1995, sendo considerada uma das primeiras conquistas dos familiares em sua luta por medidas de justiça de transição. Tem, entre suas finalidades, proceder ao reconhecimento de pessoas mortas ou desaparecidas em razão de graves violações aos direitos humanos ocorridas após o regime civil-militar de 1964; promover esforços para a localização dos corpos; e adotar medidas para o integral cumprimento das recomendações da Comissão Nacional da Verdade.
Atuação da PFDC – Desde 2010, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal (MPF), conta com o Grupo de Trabalho “Direito à Memória e à Verdade”, que tem como objetivo promover o debate e criar metas de atuação coordenada dos Membros do MPF. O coletivo atua, principalmente, pautado pelo direito à verdade, inclusive na localização de restos mortais e acesso às informações mantidas sob sigilo público ou privado; pela responsabilização civil de perpetradores de graves violações aos direitos humanos; pela reparação coletiva e imaterial de danos; e pela reforma dos aparatos de segurança. .
Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC/MPF)
A bicicleta parece frágil, pois o quadro é de madeira, mas ela roda o mundo sem deixar seu dono na mão – o aventureiro Elias Marchetti, 51 anos. Aliás, ele mesmo fabricou esta bicicleta e montado nela já percorreu vários países. Agora está em Macapá.
Domingo passado o Troca Treco arrecadou aproximadamente 500 garrafas plásticas durante programação do Macapá Verão. O programa da Prefeitura de Macapá, que troca garrafas PET por brinquedos (5 garrafas PET de dois litros valem um brinquedo), acontecerá novamente neste domingo dia 15, na entrada do balneário de Fazendinha das 11h às 16h. A Prefeitura espera arrecadar algo em torno de duas mil garrafas.
Afuá é terra de peixe grande. E pra ninguém dizer que é história de pescador, o ex-craque e treinador de futebol
Para deixar Macapá mais viva, mais bonita e colorida, a Prefeitura de Macapá está distribuindo nas praças e balneários mudas de plantas. Hoje mais de 400 mudas estão sendo distribuídas na Fazendinha e na praça Floriano Peixoto.

A Polícia Federal efetuou, na madrugada de hoje,28, a prisão em flagrante de quatro indivíduos, todos brasileiros, que estavam a bordo de uma embarcação roubada da Guiana Francesa. O trabalho é resultado de atuação em conjunto com a Marinha do Brasil, a Marinha e a Polícia da Guiana Francesa (Gendarmerie), via Cooperação Policial Internacional.