Curso de artigos natalinos com materiais recicláveis

A Prefeitura de Macapá abriu nesta segunda-feira inscrições para o curso de confecção de artigos natalinos, utilizando materiais recicláveis. As aulas serão ministradas entre os dias 21 e 24 de novembro. Ao todo, serão ofertadas 20 vagas.

Para a inscrição, basta informar nome, contato e endereço pelo telefone (96) 98408-8854 ou comparecer na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam), localizada na rua Raimundo Ozanan – 23, centro da capital. A unidade funciona de segunda à sexta, das 8h às 14h.

O curso será ministrado pelos servidores do Departamento de Educação Ambiental (DEA), com artigos feitos de material reciclado para a confecção de guirlandas, de velas e Papai Noel serão: garrafas pets, tubos de papel higiênico e palitos de picolé. As aulas acontecem pela manhã, no auditório da secretaria.

(Secom/PMM)

Destaque e reconhecimento: Tanha Silva é eleita vice-presidência da CTCEMP

A chefe da Divisão de Cerimonial do Ministério Público do Amapá (MP-AP), jornalista Tanha Silva, foi escolhida como vice-coordenadora da Comissão de Trabalho de Cerimonial e Protocolo dos Ministérios Públicos do Brasil (CTCEMP), durante a 34ª Reunião Ordinária da comissão, realizada nos dias 3 e 4 de novembro, em Goiás.

Tanha agradeceu o reconhecimento, ressaltou sua dedicação ao MP-AP e garantiu que se dedicará, da mesma forma, aos MP’s do país. “Me sinto muito honrada em representar o Ministério Público do Amapá na diretoria da Comissão de Trabalho de Cerimonial e Protocolo do Ministério Público dos Estados e da União. Na soma de esforços podemos avançar ainda mais para fortalecer a missão das equipes de cerimonial do Ministério Público brasileiro”, disse.

A procuradora-geral de Justiça do MP-AP, Ivana Cei, parabenizou a empossada e destacou que o reconhecimento nacional da Divisão de Cerimonial do MP-AP é uma conquista para toda a instituição.

(Com informações do MP)

Randolfe promove encontro de trabalho com relator-geral do orçamento, prefeitos e parlamentares amapaenses

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) promoveu hoje, terça-feira (8), em Brasília (DF), uma reunião entre o relator-geral do orçamento de 2023, Marcelo Castro (MDB-PI) e o coordenador de Lula (PT) para o Orçamento, o senador eleito Welligton Dias (PT-PI), com prefeitos, parlamentares e lideranças do Amapá. No evento, foram debatidos os potenciais investimentos e estratégias de desenvolvimento para o estado.

Segundo Randolfe, o governo de Lula cumprirá a responsabilidade fiscal e trabalhará para garantir a qualidade de vida do povo. Por isso, reforçou o parlamentar, o Amapá terá atenção especial na implantação e execução de políticas públicas.

“Esse é um momento fundamental para discutir como o estado pode evoluir, promover a sustentabilidade e fortalecer a economia a partir de ações governamentais voltadas aos municípios”, frisou Randolfe.

O senador Marcelo Castro comentou sobre a ausência de investimentos para o Amapá durante o governo Bolsonaro em relação a obras importantes, como a pavimentação das rodovias BR-156 e BR-210.

“Havia para a pavimentação das estradas [do Amapá] R$6 milhões. Isso não dá para nada”, ressaltou Castro, acrescentando que o recurso cobriria somente pouco mais de um quilômetro de asfaltamento. “Vamos mudar completamente isso”, completou.

Entre os convidados para o encontro, estavam os deputados federais eleitos Dorinaldo Malafaia, Augusto Pupio e Professora Goreth, os prefeitos de Vitória do Jari, Ary Duarte, de Laranjal do Jari, Márcio Serrão e de Tartarugalzinho, Bruno Mineiro. Também participaram os prefeitos de Calçoene, Reinaldo Barros, de Porto Grande, José Maria Bessa, e a vice-prefeita de Santana, Isabel Nogueira.

Também houve a presença do vice-presidente do TRE/AP, João Guilherme Lages, da reitora da UEAP, Kátia Paulino, e de representantes de entidades como Embrapa e Procon.

“Temos um grande potencial para crescer economicamente aproveitando, de forma sustentável, a riqueza natural que Amazônia proporciona”, destacou Randolfe.

(Texto e fotos: Assessoria do senador Randolfe)

Estande da Amazônia Legal recebeu centenas pessoas no primeiro dia da COP-27

Aberto nesta segunda-feira,7, o estande do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-27) já recebeu cerca de 300 pessoas em seu primeiro dia de funcionamento, em Sharm El-Sheikh, no Egito. A COP-27 iniciou oficialmente no último domingo, 6.  

O Consórcio da Amazônia Legal é presidido pelo governador Waldez Góes e composto pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Os nove estados ocupam 59% do território brasileiro com uma população de mais de 29,3 milhões de pessoas. 

O espaço do bloco regional na COP-27, de 120m², é composto por um lounge, duas salas de reunião e um miniauditório com capacidade para 30 pessoas, onde serão realizados 40 painéis de 9 a 18 de novembro, data do encerramento da Conferência. 

No primeiro dia, pesquisadores e especialistas em meio ambiente de vários países visitaram o espaço em busca de informações sobre a Amazônia brasileira, o próprio Consórcio e sua forma de atuação. 

As salas também foram utilizadas por técnicos e pesquisadores brasileiros para reuniões e entrevistas. Entre os profissionais que visitaram o Hub Amazônia Legal, estão o climatologista Carlos Nobre, um dos nomes mais respeitados mundialmente sobre pesquisas de mudanças climáticas; e Andrea Azevedo, diretora de programas e projetos do Fundo JBS pela Amazônia. 

Além da decoração com imagens da natureza e dos povos da Amazônia, o estande conta com monitores de vídeo com exibição da programação dos painéis que serão apresentados no local durante a COP27, e de cenas dos estados da Amazônia Legal, mostrando suas tradições culturais e seus aspectos econômicos. 

A partir desta quarta-feira (9/11), governadores, secretários estaduais e ambientalistas vão apresentar ações, projetos e desafios de seus respectivos estados. O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva participará de atividade no estande na próxima semana, no dia 16. Toda a programação será transmitida ao vivo pelo canal da Amazônia Legal no YouTube. 

Sobre o Consórcio Amazônia Legal – 
O Consórcio tem a missão de acelerar o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal de forma integrada e cooperativa, considerando as oportunidades e os desafios regionais e seu objetivo é ser referência global em articulação, estratégia e governança para transformar a Amazônia Legal em uma região competitiva, integrada e sustentável, até 2030. 

(Texto: Secom/GEA – Foto: ONU)

Nenhuma denúncia ao MPF sobre tráfico de crianças no Marajó mencionou torturas citadas por Damares

O Ministério Público Federal (MPF) atuou, de 2006 a 2015, em três inquéritos civis e um inquérito policial instaurados a partir de denúncias sobre supostos casos de tráfico internacional de crianças que teriam ocorrido desde 1992 no arquipélago do Marajó, no Pará. Nenhuma das denúncias mencionou nada semelhante às torturas citadas pela ex-ministra Damares Alves no último dia 8.

Ontem o  Ministério Público do Estado do Pará divulgou nota informando que até agora não recebeu denúncia formal ou prova do que a ex-ministra relatou.

A unidade do MPF no Pará segue aguardando informações da secretária executiva do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Tatiana Barbosa de Alvarenga, sobre os supostos crimes citados pela ex-titular da pasta. Até o início da tarde desta quinta-feira o ministério não havia apresentado resposta.

Na terça-feira, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do MPF para a defesa dos direitos humanos, e o MPPA também solicitaram essas informações ao MMFDH.

Entenda – Segundo Damares, crianças do Marajó são traficadas para o exterior e são submetidas a mutilações corporais e a regimes alimentares que facilitam abusos sexuais. Ela afirmou, ainda, que “explodiu o número de estupros de recém-nascidos”, que no MMFDH há imagens de crianças de oito dias de vida sendo estupradas e que um vídeo de estupro de crianças é vendido por preços entre R$ 50 e R$ 100 mil.

Membros do MPF no Pará, membros do MPPA e a PFDC  pedem ao MMFDH que apresente os supostos casos descobertos pelo ministério, indicando todos os detalhes que a pasta possua, para que sejam tomadas as providências cabíveis.

Procuradores e procuradoras da República no Pará também pedem que a Secretaria Executiva do MMFDH informe quais providências tomou ao descobrir os casos e se houve representação (denúncia) ao Ministério Público ou à Polícia.

(Assessoria de Comunicação/Ministério Público Federal no Pará)

Confira as mudanças no primeiro escalão da Prefeitura de Macapá

O prefeito de Macapá, Dr. Furlan, anunciou nesta segunda-feira (10), mudanças no primeiro escalão da gestão municipal. No total, oito pastas passaram por alteração.

“Quando movimentamos os gestores, buscamos dar um resultado ainda melhor para gestão e para população. Essa oxigenação na administração é necessária e vamos dar uma missão diferente a um e extrair de outro o que ele tem de melhor”, disse.

Entre os empossados, estão alguns derrotados nas eleições deste ano, como a primeira-dama Rayssa Furlan, que concorreu ao Senado, e o eterno candidato Cirilo Fernandes. que, desde 2008 de dois em dois anos se candidata a algum cargo e não obtem sucesso. Já foi candidato a vereador (em 2008 e 2012), a deputado federal (em 2010, 2014 e 2022), a governador (em 2018), e a prefeito (em 2020).

Os empossados
Cirilo Fernandes – Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Inovação
Bruno Igreja – Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel)
Rayssa Furlan – Secretaria de Assistência Social
Gracinildo Nunes – Habitação e Ordenamento Urbano
Helson de Freitas  – Zeladoria Urbana
João Henrique Pimentel  – Articulação Institucional
Jean Patrick Farias – Transparência e Controladoria
Paulo Rocha – Emdesur

MPF solicita informações sobre supostos crimes contra crianças no Marajó (PA) “descobertos” por Damares

O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício nesta segunda-feira (10) à secretária executiva do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Tatiana Barbosa de Alvarenga, com solicitação de informações sobre supostos crimes contra crianças que a ex-titular do ministério, Damares Alves, anunciou ter descoberto em visita ao arquipélago do Marajó (PA).

Membros do MPF no Pará pedem à Secretaria-executiva do MMFDH que apresente os supostos casos descobertos pelo ministério, indicando todos os detalhes que a pasta possua, para que sejam tomadas as providências cabíveis.

O MPF também pede que o MMFDH informe quais providências tomou ao descobrir os casos e se houve representação (denúncia) ao Ministério Público ou à Polícia.

Anúncio – O anúncio da ex-ministra foi feito no sábado, em discurso em Goiânia (GO). Segundo ela, crianças do Marajó são traficadas para o exterior e são submetidas a mutilações corporais e a regimes alimentares que facilitam abusos sexuais.

Ela afirmou, ainda, que “explodiu o número de estupros de recém-nascidos” e que no MMFDH há imagens de crianças de oito dias de vida sendo estupradas. Segundo Damares Alves, um vídeo de estupro de crianças é vendido por preços entre R$ 50 e R$ 100 mil.

(Ministério Público Federal no Pará/Assessoria de Comunicação)

Rainha Elizabeth – Sua história

Foto: AFP/Frank Augstein/Pool

Logo após o anúncio da morte da rainha Elizabeth,  revista Isto É publicou em seu portal parte da vida e  história da rainha.
Leia:
A história
Elizabeth Alexandra Mary, conhecida a partir de 1952 como rainha Elizabeth II, nasceu em Londres, no dia 21 de abril de 1926. Ele era filha de Albert Frederick Arthur George, o duque de York, e de Lady Elizabeth Bowes-Lyon. Durante o nascimento de Elizabeth, o rei do Reino Unido era Jorge V, e seu pai, o duque de York, era o segundo na linha de sucessão ao trono inglês.

Elizabeth virou herdeira direta do trono quando seu tio, Eduardo VIII, abdicou do trono para casar-se com uma norte-americana divorciada chamada Wallis Simpson. Com isso, Elizabeth tornou-se a herdeira imediata ao trono britânico. No entanto, como mencionado, se seu pai tivesse um filho, este tomaria seu lugar na linha de sucessão. Quando seu pai foi coroado rei do Reino Unido, Elizabeth tinha apenas 10 anos de idade.

Elizabeth casou-se em 20 de novembro de 1947 com Philip, príncipe da Grécia e da Dinamarca. Ele faleceu aos 99 anos em 9 de abril de 2021. Ele foram casados por 73 anos.

Aos 25 anos, Elizabeth tornou-se rainha do Reino Unido, no dia 6 de fevereiro de 1952, o dia que seu pai, Jorge VI, faleceu. Neste ano, a Rainha completou 70 anos de reinado e se tornou o primeiro monarca britânico a celebrar o Jubileu de Platina.

Desde a morte do marido, o príncipe Philip a rainha vinha diminuindo o número de compromissos oficiais, que se tornaram cada vez mais esparsos na agenda da soberana depois que ela teve Covid-19 em 2022. No dia 2 de junho, ela deu íncio às festividades do jubileu de platina, festejando seus 70 anos de reinado. Aguentou com garbo o primeiro dia do aniversário especial, acompanhada por membros de sua família na varanda do Palácio de Buckingham, mas, “indisposta” se ausentou da missa na Catedral de São Pedro em sua homenagem.

A soberana já vinha apresentando problemas de mobilidade, passando a andar com o auxílio de uma bengala. A preocupação com sua saúde levou seus médicos a cortarem os drinques diários que ela consumia, reduzir suas atividades e evitar que ela se estressasse, tarefa cada vez mais difícil nos últimos tempos.

Conhecida por ser discreta e rigorosa com na preservação da realeza, a rainha enfrentou duros golpes recentemente. Além da perda do duque de Edimburgo, viu o filho favorito, o príncipe Andrew, de 62, envolvido em um escândalo sexual. Acusado de manter relações sexuais com uma adolescente de 17 anos em 2001, a quem teria apresentado pelo pedófilo Jeffrey Epstein, Andrew fez uma acordo financeiro com ela para o caso não ir adiante como processo criminoso e foi afastado das funções na Família Real.

A monarca também viu o príncipe Harry, filho mais novo de Charles e da princesa Diana, que morreu em 1997, deixar a realeza com a mulher, Meghan Markle. O casal, bastante atacado pelos tabloides britânicos, se mudou para os Estados Unidos, onde está criando os filhos, e já deu várias entrevistas sobre a vida na Família Real, inclusive acusando um de seus membros de racismo.

As duas crises não foram as primeiras no longuíssimo reinado de Elizabeth II. Ela sofreu com os rumores nunca confirmados sobre os problemas em seu casamento com Phlip; os escândalos envolvendo a irmã, a princesa Margareth, nos anos 60 e 70; e a erosão do casamento de Charles e Diana, marcada pela traição do futuro rei com Camilla Parker-Bowles, que virou manchete dos jornais e foi explorado em detalhes em um livro sobre sofrimento da princesa no casamento conto de fadas – uma constrangedora conversa entre o príncipe e amante, na qual ele dizia que ‘queria ser um absorvente interno’ para viver em Camila.

Muito religiosa, a rainha, que era chefe da Ingreja Anglicana, viu ainda Andrew e Sarah Ferguson se separando e a única filha, a princesa Anne, pondo um fim na união com Mark Philips, que já tinha tido um filho fora do casamento. Em 1992, em seu discurso anual, com os problemas de três dos quatros filhos, mais um incêndio que destruiu parte do Castelo de Windsor, desabafou em latim, em seu discurso anual: “annus horribilis”, ou, em latim, um ano de eventos extremamemte ruins.

Fase pior só em 1997, quando Diana morreu em um acidente de carro. A comoção popular, somada à reação na internet, foi algo para o qual a realeza não estava preparada, e a rainha, que demorou dias para se posicionar sobre a morte da ex-nora, viu sua popularidade despencar. Não demorou tanto assim para Elizabeth II voltar a ser querida pelos súditos – e respeitada até por aqueles contra a monarquia.

Figura principal em uma instituição cuja validade é constantemente questionada, tanto politicamente quanto em termos práticos de custos para os cofres do Reino Unido, a rainha recuperou a confiança e popularidade usando suas grandes armas: paciência e tempo.

Com Charles ela planejou o futuro do príncipe William e Harry, de forma que o primeiro fosse preparado para assumir o trono e o segundo não sofresse com a síndrome do “segundo filho do rei”, aquele cujo maior papel é garantir que, caso o irmão mais velho não chegue a reinar por qualquer razão, a linha sucessória continue sendo direta – no caso os filhos de Charles e não os de Andrew. Manteve os filhos de Diana o mais isolados possível da imprensa, fez com que eles abraçassem desde cedo causas humanitárias. Aceitou Camilla, depois de anos de preparação para o papel, como mulher de Charles; começou a preparar a geração dos netos para garantir o futuro da monarquia.

LEGADO
Para muitos analistas, este talvez seja o verdadeiro legado de Elizabeth II: A continuidade à monarquia no Reino Unido. A Família Real recebe do governo o Soverign Grant (Subsídio Soberano), que já chegou a R$ 440 milhões em 2019-2020, e as críticas aos gastos públicos com a manutenção de toda a estrutura real, financiada também pela renda privada da rinha, aumentam a cada nova crise.

Elas já existiam quando Elizabeth, então uma menina, viu o tio, Edward VIII, abrir mão do trono para se casar com a americana Wallis Simpson, mais velha que ele e divorciada. O escândalo levou seu irmão, o pai da rainha, George VI, a assumir o trono. Elizabeth II, assim como sua mãe, nunca perdoou o tio por ter abdicado sem ter antecipado a George que ele seria rei e preparado o nobre para ser rei.

Ao contrário do pai, desde os 10 anos, com a abdicação, ela passou a ser moldada para a função, tendo aulas com tutores privados das melhores escolas do país. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Rainha Mãe Elizabeth se recusou a deixar Londres, e a futura rainha fez parte do Serviço Territorial Auxiliar, onde treinou como motorista e mecânica, sendo promovida a comandante júnior honorária. Também foi nomeada como parte do Conselho de Estado do pai, caso algo acontecesse a ele.

Em 1953, já casada e mãe de dois filhos, Elizabeth II foi coroada na Abadia de Westminster, em uma cerimônia transmitida pela televisão. Ao contrário do próprio pai, que se chamava Albert, não quis adotar um nome régio e avisou que iria reinar com o seu nome de batismo.

No ano anterior, já tinha decidido que a casa real continuaria sendo Casa de Windsor, o nome de sua família, contrariando a tradição, que ditava que deveria mudar para o sobrenome do marido.

Philip era príncipe da Grécia e Dinamarca, mas foi expulso com a família do primeiro país quando a monarquia foi derrubada em 1922. Militar, conheceu Elizabeth quando ela tinha 13 anos – reza a lenda que a futura rainha se apaixonou na hora e aceitou o pedido de casamento, em 1946, sem consultar os pais. Para que a união fosse adiante, ele teve que renunciar seus títulos, se converteu da Igreja Ortodoxa Grega para o anglicanismo, se afastou de parentes, inclusive as irmãs, que tivessem qualquer forma de associação ao nazismo.

Ele também passou a usar o nome de Philip Mountbatten, o sobrenome do lado inglês da família de sua mãe. O sobrenome “Mountbatten-Windsor” acabou sendo adotado para os descendentes de Philip e Elizabeth que não possuem títulos reais, como Archie e Lilibeth, os filhos de Meghan e Harry, ou quando os que têm precisam por alguma razão usar um sobrenome. Uma forma, dizem, de apaziguar o príncipe, que como consorte real tinha papel bem menor que a esposa.

Com quatro filhos, Charles, Anne, Andrew e Edward, e um cargo sem funções políticas de fato, a rainha viu nações que faziam parte do Império Britânico, aquele onde o sol nunca se punha, se tornarem independentes. Raramente se manifestava sobre acontecimentos mundiais, mas criticou, com tato e discrição, algumas decisões dos primeiros-ministros aos quais sobreviveu e movimentos políticos que testemunhou.”

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TRT-8 elegeu hoje nova administração

O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA/AP) tem eleita nova formação para o biênio 2022-2024. O Desembargador Marcus Augusto Losada Maia será o novo presidente do TRT-8 para o biênio 2022-2024, tendo sido eleito pela maioria dos votos de desembargadoras e desembargadores presentes que integram o Pleno do Tribunal Regional do Trabalho da Oitava Região.

Na ocasião, também foram eleitas como vice-presidente a desembargadora Ida Selene Duarte Sirotheau Correa Braga e a nova corregedora regional será a desembargadora Maria Zuíla Lima Dutra.

Durante a Sessão Ordinária do Pleno, realizada na manhã desta segunda-feira, 5 de setembro, com 15 votos do total de 23 desembargadores que participaram da eleição para a nova administração, foi aprovada a candidatura do desembargador Marcus Augusto Losada Maia à presidência do Tribunal.

A eleição foi conduzida pela presidente do TRT-8, desembargadora Graziela Leite Colares, e teve como membros da Comissão Eleitoral os desembargadores Rosita de Nazaré Sidrim Nassar e Carlos Zahlout Júnior.

Durante os pronunciamentos ao final da eleição, o desembargador José Edílsimo Eliziário Bentes destacou a importância de realizar a eleição do novo presidente de forma democrática. “O TRT-8 termina de concluir um ato que vem se repetindo desde do dia 15 de dezembro de 1955, que foi a primeira eleição do TRT da Oitava Região, pois até ali o presidente era nomeado por decreto do Presidente da República. Essa é a 26ª eleição que o TRT da Oitava Região faz sobre a sua administração. Quero parabenizar os eleitos para que tenham coragem, responsabilidade e muito respeito pela instituição que vão dirigir, pelos seus pares, pela magistratura em geral, pelos advogados, servidores e por todos os jurisdicionados da Justiça do Trabalho do Brasil e da Oitava Região”.

A desembargadora Suzy Elizabeth Cavalcante Koury, presidente da Segunda Turma, o desembargador Walter Paro, pela Quarta Turma, e o procurador do Trabalho Sandoval Alves da Silva, representando o Ministério Público do Trabalho, parabenizaram a nova administração eleita.

Novos gestores – Em sua primeira manifestação como presidente eles, o desembargador Marcus Mais parabenizou a atual presidente pela sua gestão, que assumiu durante o cenário de pandemia decorrente da covid 19. “Quero louvar a administração da desembargadora Graziela, que soube administrar de forma transparente e, sobretudo, coletiva, pois permitiu que todos nós desembargadores pudéssemos dialogar com a presidente”, pontua.

O desembargador Marcus Lousada ressaltou que, ao ser eleito como novo presidente do TRT-8, está absolutamente consciente da responsabilidade que o Tribunal lhe confere. “Tenho absoluta convicção que contarei com o apoio de todos os colegas não só do segundo como do primeiro grau. Faço uma sinalização sobretudo para os servidores de que as portas do meu gabinete sempre esteve e sempre estará aberta a quem quiser falar comigo. Finalizo, e acho que falo em nome da vice-presidente e corregadora eleitas,  no sentido de convidar e convocar todos os integrantes do Judiciário para que nós reafirmemos a importância da Justiça do Trabalho. Que esse sentimento seja de dentro para fora e estou absolutamente consciente de que isso será a mola propulsora de todos nós que fazemos a Justiça do Trabalho”.

A vice-presidente eleita, desembargadora Ida Selene Duarte Sirotheau Correa Braga agradeceu o voto de confiança do desembargo. “Agradeço e tenho certeza que irei me dedicar ao máximo à vice-presidência. Estou disposta a arregaçar as mangas e contando com a equipe que já está lá, e que reforça esse trabalho”.

A desembargadora Maria Zuíla Dutra, eleita Corregedora Regional, agradeceu com um discurso emocionado. “É com muita humildade que agradeço a todos que me confiaram este cargo e conto com o apoio de todos, sobretudo dos que já passaram pela Corregedoria, e tenham certeza de que vou procurá-los. Essa eleição me faz provar uma coisa na vida, que a educação é libertadora. Eu, que fui trabalhadora infantil nas suas piores formas, sei que só através da educação foi possível chegar até aqui”, finaliza emocionada.

Histórico – O desembargador Marcus Augusto Losada Maia formou-se em Direito em 1991, pela Universidade da Amazônia (Unama). No ano de 2011, tornou-se especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pelo Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa).

Trajetória na Justiça do Trabalho da 8ª Região – No dia 8 de maio de 1992, tomou posse para exercer o cargo de juiz do trabalho substituto da Justiça do Trabalho da Oitava Região, habilitado no concurso público C 231. No ano de 1994, foi promovido, pelo critério de antiguidade, a Juiz Presidente da Junta de Conciliação e Julgamento de Conceição do Araguaia. Em 1995, foi deslocado para Marabá, a pedido, para exercer como Juiz Presidente da Junta de Conciliação e Julgamento de Marabá.

De 1995 a 1997, foi Juiz Presidente das Juntas de Conciliação e Julgamento de Abaetetuba e de Castanhal. Em 30 de junho de 1997, veio para a capital para exercer o Juiz Titular da 7ª Vara do Trabalho de Belém, que durou até 22 de outubro de 2002.

Desembargador – No ano de 2002, foi promovido pelo critério de merecimento para exercer o cargo de desembargador do TRT da 8ª Região em vaga decorrente do término do mandato do Sr Emanuel do Nascimento Batalha, Juiz Classista, representante dos trabalhadores no triênio de 1998 a 2001.
Durante o biênio 2009-2010, exerceu o cargo de presidente da 1ª Turma, de 2012 a 2014 Exerceu o cargo de Corregedor Regional da Justiça do Trabalho da 8ª Região, e foi diretor da Escola Judicial da 8ª Região (Ejud8) no período de 2015 a 2016.

(Fonte: Justiça do Trabalho – TRT da 8a Região PA/AP)

Memória curta na política

Memória curta na política
*Por Renato Alves

“Brasileiro tem memória curta para política”.
“Nunca se lembra em quem votou”.
“Os candidatos esquecem das promessas que fizeram”.

Quem nunca ouviu frases assim, que atire a primeira pedra. A propósito, você lembra a última vez que brincou de tacar pedras? Pois é… São curiosos os caminhos da memória e podemos tirar valiosas lições a respeito de seu funcionamento. Por exemplo, em tempos de debates acalorados, nos quais os candidatos se acusam de terem memória curta e de se esquecerem “do que fizeram no verão passado”, não custa lembrar o funcionamento básico dos nossos mecanismos de memória.

A memória visual de um ser humano pode registrar cerca de 860 mil imagens todos os dias, 400 mil sons e mais de um milhão de sabores, odores e sensações táteis. Diante de um poder tão grande de retenção na memória, não faria sentido os candidatos carregarem uma pasta cheia de folhas e anotações para usar nos debates.

Quando falamos na memória do eleitor, é de causar estranheza ver pessoas levando suas memórias artificiais para a urna de votação para conseguir lembrar míseros números de dois a cinco dígitos de seus candidatos. Afinal, o que está acontecendo com a nossa memória? Será que estamos vivendo os efeitos da COVID 19, já que os relatos de lapsos de memória por parte de quem contraiu a doença têm aumentado consideravelmente? É possível que a afirmação popular de que brasileiro tem memória curta para política realmente se sustenta?

A melhor resposta para esta pergunta é, depende. Faz 25 anos que escrevo livros, artigos, pesquiso e dou palestras sobre o tema memória. Neste período, já atravessei diversas eleições e sempre trago à tona, no período eleitoral, a discussão sobre memória curta para os assuntos da política. Qual foi o candidato a deputado que você votou na última eleição? Qual era o partido político e o número de votação dele? Quais eram as propostas que ele apresentou para te convencer?

Deparados com essas perguntas, a maioria esmagadora dos eleitores não conseguia se lembrar, ou seja, admitia que no assunto política, tinha a memória curta. Mas, afinal, como gravamos as informações na memória? Por que o tema “política” geralmente cai na “caixa de spam” ou na “lixeira cerebral”?

Muito bem, e onde a política entra nesse processo? A lógica é bem simples: o tema política causa dor? Resposta: não! Nos enche de prazer e vontade de ficar falando a respeito? Resposta: também, não! Nesse caso, por não atender aos critérios básicos de memorização, o tema política e tudo que o envolve, como o nome dos candidatos, nome de partido, número e demais detalhes vão parar na lixeira da memória.

Pergunte a um eleitor se ele se lembra o nome e número dos candidatos que votou na última eleição, e você facilmente irá constatar o fenômeno da memória curta. A boa notícia é que percebo uma mudança de comportamento na população. A memória curta para a política está começando a se transformar em memória forte, de longa duração. O fato é que o jeito dos políticos se apresentarem, as plataformas de comunicação e especialmente a narrativa criada estão impactando a memória das pessoas e imprimindo com mais força as experiências.

Em primeiro lugar, temos uma polarização em que o perfil, a história, o temperamento, o comportamento dos políticos e as ideias que defendem estão ativando nas pessoas estados mentais de euforia, esperança, ódio, medo, ansiedade, indignação, entre outros, ou seja, mecanismos equivalentes aos que são ativados nos cérebros dos torcedores de times de futebol, que consegue lembrar “de cabeça” o nome, sobrenome, idade, nascimento, trajetória dos seus jogadores favoritos e nem precisou de papelzinho para anotar.

Tais estados mentais emocionais por si só já ativam mecanismos de memória de longa duração. Outro ponto importante é que o período pré-eleitoral está se tornando, não sei dizer se de forma deliberada ou não, um roteiro de novela recheado de reviravolta e descobertas bizarras da vida de seus atores políticos. E acompanhar o desenrolar dessas reviravoltas nos dá a impressão de que estamos assistindo a uma novela o que, mais uma vez, ativa nossos mecanismos mnemônicos e afastam o fantasma da memória curta.

Por último, nosso neocórtex é ativado e nos faz ficar preocupados com o futuro, tentando imaginar como será nosso país se este ou aquele político ganhar as eleições. Ao ativar nossas áreas nobres de processamento cerebral, automaticamente forçamos a criação de novas conexões neuronais e a retenção dessas memórias. E se, como eleitores, continuarmos utilizando esses mecanismos ao pensarmos em eleições, não será difícil imaginar a quantidade de detalhes que guardaremos a respeito dos candidatos.

Nesse dia, os políticos atuais receberão em nossa memória a mesma posição de Pelé, Neymar e Ronaldo, mas por enquanto continuemos com as “colinhas” e números escritos na mão para amenizar o problema da memória curta.

*Renato Alves é pesquisador cognitivo e principal autor brasileiro nas áreas de aprendizagem, concentração e memória com 9 livros publicados, dentre eles O Cérebro com Foco e Disciplina; Os 10 Hábitos da Memorização; Faça seu Cérebro Trabalhar para Você, todos eles figurando nas listas dos mais vendidos do Brasil. É fundador da Memory Academy instituição que tem por objetivo ajudar pessoas com déficit de aprendizagem, foco, memória e concentração e, desde a fundação, já atendeu mais de 120 mil pessoas. Para mais informações, acesse https://renatoalves.com.br/

A contaminação por mercúrio na Amazônia e os desafios para a implementação da Convenção de Minamata

As consequências do uso de mercúrio na Amazônia e a necessidade de regulamentação nacional sobre o tema, serão debatidos por professores, alunos e pesquisadores de Universidades da Região Norte, advogados, cooperativas do setor minerário e profissionais da área ambiental e jurídica.
O evento é uma iniciativa da Rede Amazônica de Direitos Humanos da UNIFAP, em parceria com o Ministério Público do Amapá (MP-AP), aberto para o público.

5 de setembro – A partir de 8:30

Abertura do XIV Encontro da Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos
Mesa Redonda – A Convenção de Minamata e as implicações na pequena mineração de ouro no Brasil.
Apresentação de pesquisas sobre o uso e efeitos do mercúrio na Amazônia e da Proposta de Regulamentação Legislativa da Convenção de Minamata sobre Mercúrio.

6 de setembro – De 9h às 12h30
Audiência Pública
Participantes: membros do MP-AP e MPF, professores, pesquisadores locais e regionais, representantes do legislativo municipal, estadual e federal, Poder Judiciário, órgãos ambientais, organizações não governamentais, estudantes e sociedade civil.

(Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá)

Desfiles de 7 de setembro serão na Avenida FAB

Governo do Amapá, Exército Brasileiro (EB), prefeitura de Macapá e instituições civis preparam as celebrações do Bicentenário da Independência do Brasil, com parada militar e desfile cívico, no dia 7 de setembro, após dois anos sem que ocorressem por conta da pandemia de covid-19.

O desfile ocorrerá na Avenida FAB entre as ruas Odilardo Silva e São José; a revista da parada militar será entre as ruas Hildemar Maia e Odilardo Silva, e a área de concentração ficará na avenida Procópio Rola, paralela à FAB. A Praça do Barão será a área destinada ao escoamento e dispersão das tropas e viaturas.

Uma das novidades deste ano é o desfile dos alunos de escolas de Gestão Compartilhada Militar com a Polícia Militar (PM/AP) e Corpo de Bombeiros (CBM/AP), que ocorrerá junto com estas instituições.