A Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da 6ª Delegacia de Polícia da capital, indiciou nesta quarta-feira (1) um homem de 29 anos de idade pelo crime de apropriação indébita majorada pelo emprego ou profissão.
Conforme apurado nas investigações, no dia 22 de Março de 2020, um casal solicitou por meio de um aplicativo de transporte de passageiros um veículo para que o conduzisse de um supermercado no Bairro Açaí, para uma residência no Bairro Renascer II, em Macapá.
O motorista do aplicativo compareceu ao local e auxiliou o casal a colocar no porta malas do carro as compras – cerca de R$ 300,00 (trezentos reais) em mantimentos.
Ao chegar no destino, após os passageiros desembarcarem o motorista acelerou o veículo e se mandou com as compras do casal, que estavam no porta malas.
Segundo o delegado de Polícia Leandro Vieira Leite, o veículo era alugado e estava sublocado a outras duas pessoas. “Através das investigações, logramos êxito em identificar o suspeito, que agora irá responder na Justiça pelo crime”, disse o delegado.
A pena para o crime de apropriação indébita é de reclusão de um a quatro anos, e multa, podendo ser majorada em 1/3 pelo exercício do emprego ou profissão.
(Com informações da Polícia Civil)
Você já deve ter ouvido – e também contado – muitas mentiras.
Como parte do pacote de medidas preventivas de combate à proliferação do Coronavírus, o prefeito de Macapá, Clécio Luís, deu continuidade às ações que vêm sendo adotadas pela prefeitura. Ontem, 29, foi assinado o Decreto nº 1.750/2020, que dispõe sobre a obrigatoriedade de hospitais (públicos e particulares), médicos e laboratórios particulares notificar o Município quanto ao atendimento de pacientes cujo quadro seja compatível ao novo Coronavírus, seja suspeito ou confirmado.
Com o cenário inédito da Praça São Pedro vazia com o Papa Francisco diante da Basílica Vaticana, o Pontífice afirmou que é “diante do sofrimento que se mede o verdadeiro desenvolvimento dos povos”. Francisco falou ainda da ilusão de pensar “que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente”.