Bingo artístico

O Imazônia – Instituto de Poéticas Visuais da Amazônia – promove neste domingo, 12, a partir das 10 horas, um bingo artístico com sorteio de cinquenta belíssimas obras de arte.
O objetivo é angariar fundos para estruturar a sede do Instituto,  que  já atende dezenas de pessoas em risco social.
A cartela custa apenas R$ 10. Se você tiver sorte leva para casa por dez reais obras cujos valores variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil.
O bingo será na sede do Instituto, na Avenida Almirante Barroso, 465, entre Leopoldo Machado e Jovino Dinoá.

Esta é uma das obras que será sorteada:
auriney2Cavalgada ao Por do Sol
Autor: Auriney Brito
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 79cm x 105cm

Exposição de obras inéditas de R.Peixe

Obras do artista plástico R. Peixe serão expostas durante inauguração do Ministério Público

Cinthya Peixe, especial para o blog

Quinze obras inéditas do artista plástico R. Peixe serão expostas durante a inauguração do edifício-sede da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), localizado no bairro Araxá. O evento acontece nesta sexta-feira, 12.

As obras em óleo sobre tela são apenas uma pequena parte do acervo, composto por 118 peças, que incluem quadros e esculturas. O acervo do artista, que estava na casa onde R. Peixe viveu em Natal (RN), chegou em setembro deste ano em Macapá, dez anos após sua morte.

O trabalho de R. Peixe, como pintor e mestre, ajudou a formar toda uma geração de artistas que hoje compõem a cena das artes plásticas amapaense. Suas obras servem de legado às gerações futuras pelo traço contemporâneo que carregam.

“O público terá acesso à obras nunca divulgadas e que ficaram guardadas durante dez anos. Esta é a primeira de uma série que será realizada no Amapá. As próximas exposições estão previstas para acontecerem no aniversário de Macapá e na semana de aniversário de nascimento de R. Peixe, em julho”, falou Beto Peixe, filho do artista.

Obra de arte

aurineyÓleo sobre tela, de Auriney Brito

Auriney é advogado, professor universitário, escritor, autor de 5 obras, 4 coletivas (Crimes Financeiros e Correlatos – Saraiva); Coletânea dos direitos da mulher – OAB/SP); Cartilha da Propaganda Eleitoral na Internet – OAB/SP); Direito da Sociedade da Informação: Temas Relevantes – Quartier Latin) e uma  individual (Direito Penal Informático). Nas horas vagas dedica-se à pintura

Hoje tem teatro no Sesc

Em comemoração ao Dia Internacional do Teatro, o Sesc Amapá apresenta nesta quinta-feira, 27, duas peças  no Sesc Centro e restaurante do Sesc Araxá, com entrada franca.
12h – Encenação Empregadas Domésticas e suas Patroas
Local: Restaurante do Sesc Araxá

13h – Encenação Empregadas Domésticas e suas Patroas
Local: Sesc Centro

20h – A Última Estação – Companhia do Riso
Local: Teatro Porão (Sesc Araxá)

A arte é despejada

A Escola de Artes Cândido Portinari está sendo despejada do prédio que ocupa no bairro do Trem por falta de pagamento do aluguel.
Há dois anos o Governo do Estado não paga o aluguel. Cansado de andar de um lado para o outro para receber o que lhe é devido, o proprietário do prédio entrou na Justiça movendo uma ação de despejo.
Os professores, arrasados, estão desocupando o prédio. Nas mãos levam seus pincéis, tintas e telas. No coração levam  a tristeza pelo descaso a que foi relegada a única escola de artes plásticas do Amapá.

A Escola de Artes foi idealizada pelo saudoso R.Peixe – maior expressão das artes plásticas no Amapá. Inicialmente funcionou em salas improvisadas em estabelecimentos de ensino da rede pública. Em 1983 ganhou prédio próprio. Mas por falta de manutenção começaram a aparecer rachaduras, infiltrações, goteiras, até que foi interditada pela Defesa Civil no segundo mandato do governador Waldez Góes (PDT)

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Em vez de reformá-la – o que poderia ser feito sem problema nenhum no período de férias escolares – o governo Waldez Góes optou por alugar um prédio e deixar aquele se deteriorar ainda mais.
Em 2010, em sua campanha para o governo, o atual governador Camilo Capiberibe (PSB) prometeu que o prédio seria reformado. Os anos passaram e nada foi feito, a não ser uma reunião em novembro do ano passado com a  secretário de Estado da Infraestrutura,  professores da Escola de Artes Cândido Portinari e o Ministério Público.  A reunião era pra decidir se o prédio seria reformado ou se um outro, maior e mais moderno, seria construído. Nada foi decidido e não se falou mais nisso.
Dia 22 vai completar um ano que essa reunião foi feita. E nem o prédio velho foi reformado e nem um outro foi construído.