O Amapá tem 512.110 eleitores divididos em 1.712 seções que votarão em 1.986 urnas eletrônicas.
O maior número de seções está na capital Macapá: 922 distribuídas em 142 locais de votação com um eleitorado de 293.167, o que representa 57,247% dos eleitores do Estado.
Categoria: Eleições 2018
Ibope – Capi e Waldez tecnicamente empatados
O Ibope divulgou agora a noite a última pesquisa para o governo do Amapá. João Capiberibe (PSB) e Waldez Góes (PDT) estão tecnicamente empatados com 53% e 47% respectivamente.
O Ibope ouviu 812 eleitores no período de 24 a 26/10. A margem de erro é de 3% para mais e para menos e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi contratada pela Rede Amazônica de Televisão e está registrada no TRE-AP sob o número 03571/2018
MP Eleitoral representa contra Waldez Góes por conduta vedada
O Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) representou, sexta-feira (19), contra o candidato à reeleição ao governo do Estado do Amapá, Waldez Góes, por conduta vedada em campanha. Denúncia recebida pelo órgão aponta a convocação de servidores da Rádio Difusora de Macapá para participação de bandeiradas a favor do candidato. Também fazem parte da representação o candidato a vice-governador Jaime Nunes e o diretor-geral da Rádio Difusora Roberto Gato.
Na denúncia, recebida pelo MP Eleitoral em 26 de setembro, consta áudio em que o diretor-geral da Rádio Difusora convoca servidores da autarquia estadual para participarem de atos de campanha de Waldez Góes. Na gravação, 67 servidores são citados nominalmente. O diretor pressiona os servidores para que participem de uma bandeirada, e convoca uma reunião, na própria sede da rádio, para organização do evento.
A partir do cruzamento dos nomes citados no áudio e informações do Portal da Transparência, o MP Eleitoral conseguiu confirmar que vários dos nomes mencionados na gravação eram realmente de servidores públicos da Rádio Difusora de Macapá. Assim, pelo conteúdo da mensagem e pelo tom imperativo da fala do dirigente da rádio ficou demonstrado que Roberto Gato pressionou servidores e utilizou a estrutura administrativa da autarquia para beneficiar a candidatura de Waldez Góes.
De acordo com a legislação, os serviços públicos e os bens móveis e imóveis da Administração Pública não devem ser empregados para favorecer candidato, partido ou coligação e tampouco servir para propagar as propostas de campanha de qualquer candidatura.
Para o MP Eleitoral, “a sede da Rádio Difusora de Macapá estava funcionando como se fosse um comitê de campanha do candidato à reeleição, onde se realizam reuniões de campanha com seus apoiadores – no caso, servidores públicos compelidos a participarem da campanha eleitoral – para programar bandeiradas e outras ações que favorecerem a candidatura do atual Governador do Estado do Amapá”.
Na ação, o MP Eleitoral pede o imediato afastamento de Roberto Gato do cargo público que ocupa na Rádio Difusora de Macapá, bem como que o representado não exerça qualquer outro cargo público no Governo do Estado do Amapá durante o trâmite da representação eleitoral. Aos representados também cabe a pena de multa, e a cassação do diploma ou registro do candidato beneficiado.
(Fonte: Portal do MPF)
Remember
Só pra lembrar: em 2016 no segundo turno da eleição para prefeito de Macapá entre Clécio Luís e Gilvam Borges, o PSB declarou neutralidade. Mas nomes expressivos do partido yellow apoiaram Gilvam Borges, inclusive com declaração de voto no horário eleitoral no rádio e TV.
Clécio – que só não era chamado de santo pelos pessebistas – foi reeleito com mais de 60% dos votos.
Portanto, PSB não pode reclamar, brigar, falar em ingratidão e se queixar de Clécio Luís.
Né não?
Já era esperado
Desde a noite de 7 de outubro, quando foi encerrada a apuração, os búzios, cartas, bolas de cristal já mostravam que os senadores Randolfe Rodrigues (REDE) e Davi Alcolumbre (DEM) e o prefeito de Macapá Clécio Luís (REDE), além de outros líderes políticos que apoiaram a candidatura de Davi ao governo, ficariam neutros neste segundo turno. Afinal, passaram o primeiro turno todo combatendo esse revezamento que se dá desde 1994 de Góes e Capiberibes no governo do Estado.
Portanto nenhuma surpresa.
O grupo – que tem como líderes Randolfe, Clécio e Davi – tem se fortalecido cada vez mais e vem construindo um caminho alternativo para Amapá.Construção que iniciou em 2010 quando Randolfe foi eleito o senador mais votado tendo praticamente o dobro de votos do segundo candidato (façanha que repetiu agora em 2018), prosseguiu em 2012 com a eleição de Clécio para a prefeitura da capital, em 2014 com a eleição de Davi para o Senado e em 2016 com a reeleição de Clécio.
Prefeito Clécio também não apoia nem Capi nem Waldez
Melhor prefeito de Macapá das últimas décadas, Clécio Luís também optou por ser manter neutro neste segundo turno da eleição para o governo do Amapá.
Declarou sua neutralidade em nota assinada com Davi Alcolumbre, Randolfe Rodrigues, Silvana Vedoveli, Bala Rocha e outros líderes políticos.
2º Turno – REDE e PPL declaram neutralidade
Dizendo que os dois grupos políticos (PSB e PDT) que se alternam no poder há 24 anos são os responsáveis pelos problemas atuais do Estado do Amapá, os partidos REDE e PPL informaram hoje que ficam neutros neste segundo turno das eleições para o governo do Amapá.
Em nota e nas redes sociais, os dois partidos orientam seus filiados a não se manifestarem a favor de qualquer um dos dois contendores em disputa (Waldez Góes e João Capiberibe), “pois esses dois grupos políticos que se alternam no poder são os responsáveis pelos problemas atuais do Estado do Amapá. Logo, não podem ser parte da solução”
REDE e PPL enfatizam que estão construindo e apresentando um caminho alternativo para Amapá baseado na experiência do prefeito Clécio em Macapá e no mandato do senador Randolfe.
Davi Alcolumbre também adota neutralidade
Terceiro colocado na disputa pelo governo do Amapá, o senador Davi Alcolumbre (DEM) divulgou nota agora há pouco que comunicando sua posição de neutralidade em relação ao apoio a qualquer um dos candidatos em disputa (Waldez Góes e João Capiberibe).
“Este é o único caminho coerente com o que defendemos nesta campanha e com o que pensamos para o futuro do Amapá”, ressalta Davi.
Em nota, ele diz:
“Nossa candidatura se formou no entendimento de que para o Amapá era chegado o momento de mudar para crescer e que o revezamento entre dois grupos políticos por longos 24 anos, representa a principal causa para os problemas econômicos e sociais do nosso Estado.
Foi para combater esta polarização política prejudicial para o desenvolvimento do Estado que colocamos nossa candidatura.
Para tanto, construímos uma forte união, com Davi, Randolfe, Clécio, Bala Rocha e Silvana Vedovelli, além de muitas outras lideranças porque o Amapá não poderia mais ser palco para os dois grupos políticos de sempre que infelizmente não pensam o Amapá e sua importância para os cidadãos que aqui vivem, mas simplesmente como um instrumento para se perpetuarem no poder. “
Acredite! Capi e Gilvam juntos no 2º turno

Na manhã desta sexta-feira, 19, o candidato ao governo do Amapá, Capi 40, esteve na sede do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Macapá, onde conversou com o ex-senador Gilvam Borges, sobre propostas de industrialização do Estado.
Gilvam Borges disse que Capi 40 é único que tem propostas claras para desenvolver o Amapá e gerar os empregos que o povo precisa. “Por isso, voto e apoio Capi 40”, afirmou o ex-senador.
Capi 40 agradeceu o apoio de Gilvam e disse que a industrialização do Amapá passa pelo adensamento da cadeia produtiva da soja, que vai permitir permitir a produção do óleo de soja, da composição da ração animal para a criação de peixe, gado, frango e outros produtos.
“Atualmente, mais de 21% da nossa população está desempregada. Nós precisamos dar resposta para o nosso povo e só através da industrialização nós vamos mudar esse quadro”, afirmou Capi 40.
(Texto e foto: Assessoria de comunicação do candidato João Capiberibe)
TRE-AP rejeita pedido de Janete e do PSL para anular eleição para o Senado
O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE) em sessão que está ocorrendo agora rejeitou o pedido de Janete Capiberibe (PSB) para anular a eleição para o Senado.
Mais cedo, pedido no mesmo sentido formulado pelo PSL – que tinha como candidato Ricardo Santos – também foi rejeitado.
Nos dois casos cabe recurso para o TSE.
PSB e PSL ainda não informaram se vão recorrer para o TSE contra a decisão do TRE.
Janete ficou em terceiro lugar na disputa pelo Senado com 17,71% dos votos e Ricardo Santos em oitavo lugar com 1,68%.
Doze candidatos concorreram. Foram eleitos Randolfe Rodrigues (reeleito), da REDE, com 37,48% dos votos e Lucas Barreto, do PTB, com 18,14%
TRE rejeita pedido do PSL
O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá acaba de rejeitar o pedido do candidato Ricardo Santos (PSL) para anular eleição para o Senado.
Nota de Repúdio da REDE
Nota de Repúdio
A Rede defende a democracia .
A Rede Sustentabilidade Amapá repudia toda e qualquer tentativa de partidos ou de pessoas de tentar burlar a democracia, desrespeitando a soberana vontade popular consagrada nas urnas.
É uma tentativa de GOLPE a iniciativa dos partidos PSB e PSL de pedir a anulação das eleições para o Senado no Amapá. Houve mais de 850 mil votos para o Senado nas eleições de 7 de outubro, dentre os quais 265 mil cidadãos amapaenses que reelegeram livremente Randolfe Rodrigues, os quais estão tendo cassados os seus legítimos direitos de eleitores.
Tumultuar o processo eleitoral em benefício próprio demonstra descaso com a vontade do povo!
A Rede defende e jamais relativizará o direito do cidadão de escolher seus representantes de maneira democrática. Qualquer tentativa fora destes marcos deve ser considerado como golpe à democracia!
#RespeiteMeuVoto
#RespeiteoCidadão
#RespeiteoAmapá