Saiu a lista tríplice

Paulo Santos, Marcelo Porpino e Carlos Tork são os nomes escolhidos na sessão de hoje do Tribunal de Justiça do Amapá que serão encaminhados ao governador Camilo Capiberibe que nomeará um deles para o desembargo na vaga aberta com a aposentadoria de Ednardo Souza.
Desde que a OAB enviou a lista sêxtupla para o TJAp, esses três apareciam como favoritos em qualquer roda de conversa sobre o desembargo.
Portanto, nenhuma surpresa.
Como também não será surpresa se o nomeado for Carlos Tork, tido como o “queridinho” do Setentrião.

Desembargo – Lista tríplice deve sair hoje

Na sessão de hoje do  Tribunal de Justiça do Amapá deve sair a lista tríplice que será encaminhada ao governador para escolha do nome que ocupará a vaga de desembargador aberta com a aposentadoria de Ednardo Souza.
A lista sêxtupla, enviada pela OAB, da qual três nomes serão eliminados pelo TJAp é composta por Paulo Santos, Marcelo Porpino, Carlos Tork, Wagner Gomes, Sérgio Figueira e Jamison Monteiro.

Nos bastidores comenta-se que se Carlos Tork for um dos escolhidos pelo Tribunal, já pode considerar-se desembargador. Pois ele, segundo fontes do Palácio do Governo, é o queridinho do Setentrião.

CNJ afasta desembargador João Maroja, do TJE do Pará

De O Liberal

O Conselho Nacional de Justiça decidiu por unanimidade afastar o desembargador do Tribunal de Justiça do Pará, João Maroja, para apurar indícios de venda de sentenças. Maroja é acusado de receber R$ 1,3 milhão em troca de decisões judiciais favoráveis a políticos paraenses quando presidia o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA).

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) também instaurou inquérito para apurar crime de corrupção passiva por parte do desembargador.

Foto: Elielson Modesto (Jornal Amazônia)Foto: Elielson Modesto (Jornal Amazônia)

O conselho abriu Procedimento Administrativo Displinar (PAD) para apurar as denúncias do Ministério Público Federal referentes ao biênio 2009-2011, quando Maroja presidia o tribunal.

Esquema envolvia filho do desembargador

Na época, o então prefeito do município de Chaves, Ubiratan de Almeida Neto, o vice-prefeito, Pedro Maurício Franco Steiner, e a vereadora Vera Lúcia Alves Barros foram cassados pela Justiça Eleitoral sob a acusação de compra de votos nas eleições de 2008. Os três entraram com recurso – negado pelo TRE – após a cassação. Um mês depois, os cassados entraram com recurso especial, indeferido pelo desembargador.

Na sequência, os cassados entraram com ação requisitando efeito suspensivo ao recurso especial e tiveram liminar concedida por João Maroja, permitindo assim o retorno dos três políticos aos respectivos cargos. Segundo o CNJ, após a decisão, começaram a surgir rumores de que o magistrado havia recebido R$ 1 milhão em troca da liminar. O pagamento teria sido intermediado pelo filho do desembargador, o advogado Leonardo Amaral Maroja, então defensor do prefeito de Chaves.

A Procuradoria Regional Eleitoral reuniu declarações gravadas magneticamente que reforçam a venda de sentença. O MPF também denunciou uma situação similar ocorrida no município de São Miguel do Guamá, no nordeste paraense. O prefeito Vildemar Rosa Fernandes retornou ao cargo após ser cassado pela Justiça Eleitoral também por força de decisão de João Maroja.

Segundo o ministro Francisco Falcão, corregedor nacional de Justiça e relator do processo contra Maroja, também circulava em São Miguel a informação de que ‘ainda que fosse cassado, o prefeito permaneceria no cargo por conta de um acerto com o filho do presidente do TRE/PA, que teria recebido R$ 300 mil’.

Além de afastar o desembargador e instaurar procedimento administrativo, o CNJ encaminhou à Ordem dos Advogados do Brasil no Pará (OAB/PA) pedido de informação sobre a conduta do advogado Leonardo Maroja.

Outro lado

O ORM News não conseguiu contato com o desembargador João Maroja para posicionamento oficial.

O Tribunal Regional Eleitoral informou que não se pronunciará sobre o caso por não ter sido notificado pelo CNJ sobre a decisão. O órgão disse, ainda, caso seja solicitado, prestará as informações necessárias à Justiça.

MPF/AP aciona Justiça para anular licitação de compra de helicóptero

PGE reprovou edital do certame e apontou diversas irregularidades. A Sejusp não realizou os ajustes determinados pela PGE e seguiu com a licitação.

O Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) ingressou com ação para anular o processo licitatório da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). O objetivo do certame é a aquisição de helicóptero no valor de mais de R$6 milhões, com verbas do Ministério da Justiça. O documento foi protocolado  sexta-feira, 21 de março, na Justiça Federal.

No final de fevereiro, por suspeita de fraude, o MPF/AP conseguiu bloqueio de conta da Sejusp que continha os recursos para a compra do helicóptero. À época, a Justiça também suspendeu a licitação. A ação emergencial se deu porque o edital prevê a possibilidade de adiantamento à empresa vencedora de 50% do valor antes da entrega do objeto licitado.

No entanto, ao se efetivar o bloqueio, o sistema BacenJud apontou inexistência de saldo na conta. Segundo o procurador da República Marcel Brugnera Mesquita, “isso demonstra que além da ilicitude na condução do certame licitatório houve também possível ilegalidade no uso das verbas, pois em nenhuma hipótese haveria a possibilidade de retirada de 100% dos recursos existentes na conta”.

Diante dos fatos, o MPF/AP enviou ofício à Sejusp para saber o motivo da conta vinculada ao convênio com o Ministério da Justiça estar com saldo zerado. No ofício, a instituição também indaga se houve algum pagamento à empresa Tradewinds Aircraft Sales INC, vencedora da licitação. Após receber o documento, a Secretaria tem 10 dias úteis para fornecer as informações.

Com a ação civil pública, o MPF/AP pede a anulação do procedimento licitatório para impedir qualquer pagamento à empresa vencedora do pregão. O documento também aponta para possível prática de crimes como peculato, ordenação de despesas não autorizadas por lei e improbidade administrativa. Isso será apurado em outro procedimento investigativo.

Entenda
– A Procuradoria Geral do Estado (PGE) reprovou minuta do edital da licitação para compra do helicóptero. No parecer, apontou diversas irregularidades como falta de detalhamento do objeto licitado; pesquisa de mercado insatisfatória; opção por realizar pregão presencial em vez de eletrônico, o que dificulta a participação de mais empresas concorrentes, entre outros. Sem fazer os ajustes no edital determinados pela PGE, a Sejusp realizou o certame. Apenas uma empresa participou da licitação, com lance acima do valor existente na conta do convênio.
(Ascom/MPF)

O QUE DIZ A SEJUSP

Ontem a Secretaria  de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) distribuiu nota de esclarecimento, dizendo que:

– Celebrou com o Ministério da Justiça o Convênio de Nº 752783, cujo objeto é a aquisição de uma aeronave tipo helicóptero asa rotativa biturbina, multimissão;

– Optou em utilizar a modalidade Pregão Presencial pela especificidade do objeto licitado, por não se tratar de um bem comum;

– Foi realizado no dia 31/12/13 um processo de licitação na modalidade Pregão Presencial Internacional, onde a vencedora foi a empresa americana Tradewinds Aircraft Sales INC, com o montante de R$ 6.478.805,00;

– Entretanto, o Ministério Público Federal no Amapá interpôs Ação Cautelar Inominada objetivando bloquear a conta vinculada ao referido convênio, bem como a suspensão do Pregão Presencial Internacional n° 001/2013.

– Considerando que a morosidade de um litigio judicial poderia acarretar a perda do recurso, a SEJUSP, em ato discricionário, decidiu pela Revogação do Processo Licitatório na Modalidade Pregão Presencial Internacional nº 01/2013, amparada pela Súmula 473 do STF a qual permite à administração anular seus próprios atos por motivo de conveniência ou oportunidade;

– A Secretaria está adotando providências a fim de realizar a abertura de edital de processo licitatório na modalidade Pregão Eletrônico, demonstrando a transparência na gestão do recurso público, assim como o respeito a todos os cidadãos do Estado;

– Ressalta ainda que a Procuradoria Geral do Estado oficializou ao Juízo Federal sobre a decisão de Revogação do Processo Licitatório na Modalidade Pregão Presencial Internacional, bem como a abertura de novo processo licitatório na Modalidade Pregão Eletrônico;

– Esta Administração sempre zelou pela lisura dos procedimentos licitatórios, bem como de todos os atos administrativos;

– A Secretaria também esclarece que não houve nenhum pagamento à empresa vencedora do certame, e que o recurso, em sua totalidade, encontra-se aplicado em conta vinculada ao convênio no Banco do Brasil, conforme o extrato bancário.

Calendário de pagamento do Alvará e do IPTU

Nesta terça-feira, 25, na Central de Atendimento ao Contribuinte da Prefeitura de Macapá, será lançado pelo prefeito Clécio Luís o Calendário Tributário 2014 do município, estabelecendo prazos para o recolhimento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e da Taxa de Fiscalização de Poder de Polícia (Alvará).

O pagamento do IPTU e do Alvará em cota única inicia nesta terça-feira, com vencimento até 10 de abril, com desconto de 20%: sendo que 10% para antecipação e 2% por cada ano para quem contribuiu e apresentar comprovantes de pagamentos dos últimos 5 anos. O contribuinte também poderá parcelar em até 6 vezes o IPTU e em até 3 vezes o alvará, mas sem desconto.

O pagamento poderá ser feito direto na Central de Atendimento ao Contribuinte, ou por meio de boleto, via internet (www.macapa.ap.gov.br), em qualquer banco. A Central ficará aberta aos sábados antes do vencimento do prazo, das 8h às 12h.

Em 2014, a Semfi espera arrecadar o montante de R$ 26 milhões de Alvará e R$ 25 milhões de IPTU. O total da dívida até 2012 é de R$ 175 milhões em impostos (IPTU, Alvará e ISS). Em quase três meses com o Programa de Recuperação Fiscal (Refis) o município já recuperou R$ 4,5 milhões.

Processo seletivo de professor no Ifap

O Instituto Federal do Amapá (Ifap) inscreve a partir desta segunda-feira (24/3) até 3 de abril candidatos ao processo seletivo de professor  substituto nas áreas de História, Informática, Educação, Gestão e Letras. As sete vagas disponíveis, no total, estão distribuídas nos câmpus Laranjal do Jari e Macapá. A remuneração é correspondente a de professor do ensino básico, técnico e tecnológico, conforme o regime de trabalho (20 ou 40 horas), da Classe D Nível I, de acordo com a qualificação do docente, acrescida de auxílio alimentação, variando de R$ 2.153,17 (Gradução/20 horas) a R$ 5.072,21 (Doutorado/40 horas). As inscrições são realizadas de forma presencial, no câmpus Macapá (rodovia BR 210, km 3, s/n). Para acessar o edital, clique aqui

(Ascom/Ifap)

Leis da ditadura continuam em vigor

29 anos após democratização, leis da ditadura seguem em vigor
JOÃO FELLET
DA BBC BRASIL EM BRASÍLIA

Quase três décadas após o fim da ditadura (1964-1985), o Brasil continua regido por uma série de leis, práticas e códigos criados pelos militares.

São daquela época, por exemplo, as atuais estruturas tributária, administrativa e financeira do país. E mesmo após a Constituição de 1988 definir como pilares do Estado brasileiro a democracia e o respeito aos direitos humanos, seguem em vigor normas e práticas que, segundo especialistas, contrariam esses valores.

(Para ler a matéria completa e saber quais as heranças institucionais do regime de exceção que permanecem em vigor clique aqui)

Pense nisso

“Através do Belo, o pensamento se alegra e, ao mesmo tempo, imperceptivelmente, o caráter do homem também se eleva e fomenta-se o amor à paz.” (Meishu-Sama)

Oi ativa rede de fibra óptica no Amapá

Do site Convergência Digital

A Oi e o governo do Amapá inauguram nesta segunda-feira, 17/3, a rede de fibra ótica que passará a fornecer internet em banda larga em alta velocidade ao estado. A infraestrutura é resultado das parcerias da Oi com o governo do Estado, Eletronorte, Guyacom e com a Telebras.

A partir da nova infraestrutura de comunicação da Oi, está prevista a chegada da banda larga por fibra – hoje disponível apenas por satélite – nos sete principais municípios do estado: Macapá, Oiapoque, Calçoene, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Amapá e Santana. A rede também será conectada a mais seis cidades do estado: Itaubal, Cutias, Mazagão, Pedra Branca do Amapari, Porto Grande e Serra do Navio.

Com a ativação da rede, a Oi promete levar para o Amapá a promoção “Oi, eu tô na Copa”, que oferece para novos clientes banda larga por R$ 29,90 mensais até o fim do mundial de futebol. O valor promocional é válido até 31/07/2014 para quem tem ou contratar Oi Fixo. Na contratação da banda larga, novos clientes ainda podem participar de sorteios de ingressos para ver os jogos da Copa (mais informações em www.oi.com.br/sorteio).

A operadora também anuncia que vai reduzir o preço do serviço. O valor hoje cobrado para conexões até 1MB é de R$ 69,90, mas a partir desta segunda (17/03) esses planos poderão ser contratados por R$ 59,90 mensais por quem tem ou contratar Oi Fixo.

Serviços

O fornecimento de internet banda larga permite a conexão de qualidade do serviço de telemedicina que une o Hospital de Emergência de Macapá ao Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O serviço foi viabilizado graças a uma parceria da Oi com a PT Inovação. A PT Inovação desenvolveu o Medigraf, solução integrada de comunicação e colaboração de suporte a consultas médicas à distância, que atende o Hospital de Emergência de Macapá desde o início deste mês, e a Oi disponibiliza o link de dados que conecta o HE, no Amapá, ao Einstein, em São Paulo.

Com o Medigraf, médicos do Einstein, unidade de referência na América Latina, podem realizar diagnósticos de exames de pacientes atendidos no Hospital de Emergência, dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde, que realiza parcerias de unidades do SUS com hospitais de excelência reconhecida, por meio da transferência de tecnologia e experiências de gestão. (Leia mais)

O que espero do evento de inauguração da Banda Larga no AP?

O que eu espero do evento de inauguração da Banda Larga no Amapá?
*Rafael Pontes Lima,  mestre em Tecnologia da Informação

 Todo projeto de grande repercussão técnica, acadêmica e/ou política, atrai apaixonados pelo tema, e em alguns casos, dada a relevância do objeto a ser pesquisado, torna o debate acalorado. Hoje, a relevância do evento de “Inauguração da Banda Larga no Amapá” trouxe à tona a paixão e envolvimento da população amapaense, que anseia por um direito social que há tempos vem sendo sonhado. Antes de 2013-2014 o máximo que poderíamos falar sobre Banda Larga, seria uma referência a largura do nosso Rio Amazonas às margens da orla macapaense.
O projeto apresentado pelo Governo do Estado do Amapá além de bem intencionado, tem forte justificativa técnica e social. É fato que a dificuldade de acesso à internet no estado do Amapá é grande. Portanto, essa diversidade impõe à sociedade a exclusão social e tecnológica, restringindo o acesso de qualidade para que usuários naveguem na rede mundial de computadores, empresas ficam limitadas para investir na gestão da informação e no marketing digital, entre outros entraves, que promovem um atraso no desenvolvimento econômico, social e tecnológico no estado do Amapá.
Porém, para um projeto de tal envergadura e impacto no desenvolvimento do estado do Amapá, boa intenção e justifica social não é o suficiente. Trago alguns aspectos, que usarei de forma didática para explanar detalhes do projeto da Empresa Oi.
Tomo como referência o Linhão de Tucuruí, no qual a sustentação dos cabos de fibra ótica é feita por torres de até 300 metros de altura, para interligar os 1.811 quilômetros de extensão pelo meio da Amazônia. Tal altura, como bem ilustra a foto abaixo ultrapassa a copa das mais altas árvores do percurso que segue o cabeamento.
Busquei comparar o Projeto do Linhão de Tucuruí com a estrutura utilizada pela Empresa Oi para sustentar os cerca de 450 quilômetros de seu cabeamento de fibra ótica, compreendido entre o município de Calçoene, passando pelo município do Oiapoque até Cayenne na Guiana Francesa. Conforme ilustram as fotos abaixo, a Empresa Oi adotou o uso de postes comuns de distribuição e iluminação, com altura entre 6 e 12 metros, que em muitas trechos do referido percurso, sequer ultrapassam a copa das árvores, com o risco eminente de ruptura do cabo.
 
 Outro aspecto a ser destacado tecnicamente é a questão da redundância. Didaticamente falando, cabe a pergunta: Caso uma árvore caia e provoque o rompimento da Fibra Ótica, qual o tempo para recuperar o serviço e qual será a estratégia para acessar os mais remotos locais de acesso à fibra ótica, estabelecidos para o projeto?
Sobre a expressão que intitula o evento “Inauguração da Banda Larga”, que remete ao ineditismo do projeto, opino que os provedores de internet que utilizam frequência de Rádio e o Linhão de Tucurí, já oferecem o produto mercadologicamente denominado Banda Larga.
Portanto, considerando a importância do evento que ocorrerá no próximo dia 17/03, exponho o que de fato eu espero do evento. Que apresente à população amapaense explanações e respostas concretas que mostrem como o GEA propõe utilizar o potencial deste projeto para o desenvolvimento do estado do Amapá.
Listei algumas questões que considero importantes que sejam respondidas pelo GEA/PRODAP, pela Empresa Oi e por Políticos do Estado do Amapá:
Pergunto ao GEA:
1. Onde está o Plano Diretor ou o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação do PRODAP/GEA para a gestão 2010-2014?
2. Quais os projetos para uso da Banda Larga estão previstos pelo GEA?
3. Qual o plano de capacitação dos profissionais de TI que atuam no PRODAP para que possam potencializar o uso da Banda Larga?
4. O GEA, antes de optar pela Empresa Oi como parceira no Projeto, ouviu outros provedores de internet do estado do Amapá?
5. Quantos empregos diretos a Empresa Oi possibilitará para o estado do Amapá?
 
Pergunto a Empresa Oi:
 1.      Por que a Empresa Oi demorou tanto tempo e precisou de tanto incentivo para implantar o projeto de Banda Larga no Amapá, considerando que já utiliza recursos públicos do BNDES?
2.      Quais as iniciativas da Empresa Oi de cunho social para com o projeto no Amapá?
3.      Quais os preços e serviços agregados como TV a cabo e capacidade de banda para atender grandes demandas como a da Unifap de 1 Gbps?
4.      Qual o plano de ação que a Empresa Oi irá adotar para manter o cabeamento de fibra ótica ativo?
Pergunto aos Políticos do Amapá:
 1. Ao invés de querer ser pai do projeto, como os Deputados e Senadores planejaram suas emendas parlamentares para potencializar o uso da Banda Larga no Amapá?
 2. Como os postulantes ao GEA analisam o projeto de Banda Larga e quais as metas que pretendem apresentar para a gestão 2015-2018?
Tenho certeza que se o Governador Camilo Capiberibe ou o presidente do Prodap Alipio Jr, tiverem acesso à estas perguntas, poderão respondê-las. E estarei presente no evento por ouvir as respostas.
Sobre a tão cobiçada paternidade da Banda Larga, opino que este projeto não possui um Pai. Penso que os elogios sim, devem ser destinados ao Alipio Jr pela coragem e compromisso com o projeto proposto pelo GEA desde o inicio da sua gestão à frente do PRODAP em 2010.
 Como cidadão deixo aqui meu relato e a certeza que o Amapá é um estado em pleno desenvolvimento, com potencial para se tornar referência em Tecnologia da Informação. Cabe aos gestores ações que priorizem a técnica, em detrimento a resultados que só se sustentam pelo convencimento midiático.
Como professor, cumpro meu papel de estimular o debate e de apresentar argumentos que possam subsidiar a compreensão do tema em questão. Espero que colegas profissionais da área de Tecnologia da Informação, usuários de internet e interessados pelo tema possam contribuir com o debate.

E você leitor, o que espera o evento de Inauguração da Banda Larga?

Quais suas expectativas para desenvolvimento do Amapá com os inúmeros projetos que podem ser potencializados com uma internet de melhor qualidade?

*Rafael Pontes Lima  é Mestre em Tecnologia da Informação  e professor do Curso de Ciências da Computação e Diretor do Departamento de Informática da Universidade Federal do Amapá. Mantem o blog Amapá Tecnologia, onde socializa seus estudos sobre as tecnologias e sua aplicação em áreas como Educação, Gestão de TIC, Engenharia de Software, Governo Eletrônico e Inclusão Digital.