Em workshop internacional senador Davi faz críticas ao governo

No workshop internacional, promovido ontem em Macapá pelo SESI e SENAI, o senador Davi Alcolumbre (DEM), pré-candidato ao governo, disse que “entra governo e sai governo e o Amapá segue com os mesmos problemas de sempre, deixando de concluir obras históricas e travando o nosso desenvolvimento.”
Com postura de candidato, ele não economizou críticas ao governo e listou alguns problemas

Veja o que ele disse:

Sobre salários parcelados dos servidores
“A dificuldade de pagamento integral dos servidores é reflexo da falta de capacidade de tornar o Amapá auto sustentável. Está na hora de tirar os entraves e fazer este Estado crescer”

BR-156 e petróleo
“O atual governador vai completar o terceiro mandato como governador e não conseguiu concluir o asfaltamento do trecho norte da BR156, nem tem mais o convênio. Agora é responsabilidade do DNIT. Se tivesse concluída, Oiapoque seria base para fazer o refino do petróleo que vier a ser explorada na costa amapaense e não o Pará, como está se caminhando”.

Zona Franca Verde
“Há pouco mais de dois anos a presidência da República sancionou a lei que cria a ZFV e até agora não temos nada de concreto, mesmo tendo um potencial gigantesco na região conhecida como pólo industrial. É dessa inércia que precisamos sair”.

Setor elétrico
Davi citou ainda a falta de investimento no setor elétrico por muitos anos e que mesmo com a interligação ao sistema Nacional, empresas que queiram se instalar no estado enfrentam dificuldades para obter a quantidade necessária de energia.

 

MPE recomenda que CVM e Aleap identifiquem seus carros

O Ministério Público Eleitoral, por meio da Promotoria de Justiça da 2ª Zona de Macapá, emitiu, nesta segunda-feira (22), a Recomendação Eleitoral Nº 001/2018 à Câmara de Vereadores de Macapá (CVM) e à Assembleia Legislativa do Amapá (Aleap), para que as instituições regulamentem seus veículos oficiais e deem ciência ao MP-AP, após efetuarem a ação. O objetivo da ação é assegurar o princípio da igualdade e o equilíbrio entre os candidatos.

Segundo a Recomendação, veículos oficiais, próprios ou contratados pela administração pública devem possuir identificação apropriada, de modo a facilitar a Continue lendo

Wagner Gomes filia-se ao PMN

Aceitando convite da ex-senadora Raquel Capiberibe o advogado Wagner Gomes filiou-se sábado ao PMN.
Wagner é pré-candidato ao Senado. Foi assediado por vários partidos mas optou pelo PMN.
A ficha de filiação – abonada por Raquel – foi assinada nos estúdios da rádio Diário durante o programa Togas & Becas apresentado por ele naquela emissora.

Incompetência dos governantes atravanca o desenvolvimento do Amapá, diz o senador Davi Alcolumbre

Juntos de novo: Clécio, Davi e Randolfe

“O que atravanca o desenvolvimento do Amapá é a incompetência dos governantes”, diz o senador Davi Alcolumbre (DEM), cujo nome é o indicado para disputar o governo por um arco de alianças formado por mais de dez partidos, entre os quais REDE, PSOL, PSDB, PP, Avante e PPL.

E essa incompetência, assegura o senador, não é apenas do atual governo, mas vem se arrastando há décadas capitaneada  pelo PSB e PDT, que desde 1995 se revezam no governo do Amapá.

“É um disco que precisa ser mudado. Já conhecemos toda a cantilena, melodia e arranjos tanto do lado A como do lado B desse disco. Um disco que, apesar de todo esse tempo, não consegue entrar no hit parade do desenvolvimento”, compara Davi. E enfatiza: “Este ano temos a oportunidade de uma nova alternativa para mudar esse disco.” E essa alternativa é ele, que a dez meses da eleição já conta com o apoio de mais de dez partidos, expressivas lideranças políticas em todos os municípios, além, claro, do colega Randolfe Rodrigues, tido como um dos melhores senadores do Brasil, e do prefeito de Macapá Clécio Luís.

“O PMDB não cabe no nosso arco de aliança. O PMDB é Waldez Góes”

Davi faz questão de dizer que neste arco de aliança não cabe o PMDB de Temer, Gilvan Borges e Sarney.
Como assim se ele é vice-líder do governo Temer no Senado? Ah, mas aí a história é outra. O apoio a Temer em Brasília é em troca de recursos para o Amapá. “É a possibilidade que temos de viabilizar recursos federais para o nosso estado”, justifica e assegura que o Amapá nunca recebeu tanta grana do governo federal como nos dois últimos anos. Como exemplo ele cita R$ 100 milhões para o hospital universitário (emenda impositiva de bancada), o desbloqueio de recursos que garantiram a construção do residencial Jardim Açucena, que será inaugurado em fevereiro pelo Ministro das Cidades, R$ 70 milhões para finalmente desempacar a obra do aeroporto internacional de Macapá, dentre outros valores menores. “Apoio Temer porque tem compensação para o Amapá. É bom que fique bem claro que não sou PMDB e no Amapá o PMDB é Waldez Góes, faz parte do governo do PDT”. Ele conta que tão logo Temer assumiu a presidência ele avisou: “Não contem comigo se não olharem para o Amapá”.

No Senado minha pauta é o Amapá”

Insistindo na incompetência dos governantes, Davi diz que nos últimos 10 anos o estado perdeu cerca de R$ 1,5 bilhão “por pura incompetência”. Há seis anos, por exemplo, ele destinou uma emenda de R$ 5 milhões para construir e equipar o quartel da Polícia Militar em Santana. O dinheiro ficou dois anos na conta do governo e foi devolvido porque o governo não se deu ao trabalho de regularizar junto ao cartório o terreno onde o quartel seria construído. Um absurdo.  Recentemente o estado perdeu R$ 114 milhões para obras de saneamento.

“Não dá mais para continuar assim. É preciso mudar”. Ele se julga preparado para governar. Diz que essa candidatura vem sendo construída há tempos e que não lhe falta maturidade. Ingressou na política aos 22 anos de idade sendo eleito o vereador mais votado de Macapá, exerceu três mandatos de deputado federal e está na metade do mandato de senador, assim considera que conhece todos os caminhos onde buscar recursos para o Amapá, tem trânsito livre nos ministérios e tem experiência em gestão, uma vez que foi secretário municipal além de executivo de empresa privada.

SENADO
Este arco de alianças terá dois candidatos ao Senado. Um deles é Randolfe Rodrigues, claro, que tentará a reeleição. A segunda vaga ainda não está definida. Em princípio seria de Lucas Barreto que, segundo Davi, deu sinais que não queria aliando-se a Waldez Góes, assim foram intensificadas as conversas com o senador João Capiberibe (PSB), procuradora Ivana Cei, ex-deputado Bala Rocha e com o empresário Jaime Nunes. Um deles ocupará a segunda vaga.
Davi acredita que esta coligação fará dois senadores.

Agora – Manifestantes “doam” roupas para os deputados do Amapá

Neste momento um grupo de manifestantes faz protesto na frente da Assembleia Legislativa do Amapá pendurando roupas nas grades do prédio. É a campanha “Doe roupas e sapatos para os pobres deputados”.
O grupo protesta contra o  Projeto de Lei Ordinária nº 0257/17-AL que  garante  subsídio adicional (SA) para  custeio de despesas para confecção  e manutenção de vestuário condigno com o exercício do mandato.
O projeto – cujo trâmite desde a elaboração até a votação não durou mais de 10 dias – foi enviado dia 28 para sanção do governador Waldez Góes. O governador aguarda parecer da Procuradoria Geral do Estado para vetar ou sancionar.
Cabe a Procuradoria dizer se a matéria é constitucional ou inconstitucional.
O projeto pode até ser constitucional (não sei), mas que é imoral, ah isso é. É sim!

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“Projeto de Lei que garante auxílio ceia natalina e auxílio Armani (ternos) para os deputados é mais importante que o projeto que congela a tarifa de energia elétrica”.

“Esse auxílio para vestuário é para que na campanha deste ano os deputados façam desfile de griffe nas pontes”.

Ah, esses deputados do Amapá. Que vergonha, hein!

Quando querem, quando se trata de seus interesses – e não dos interesses do povo – os deputados estaduais do Amapá  “trabalham” com uma agilidade de fazer inveja.
Em dez dias – dos quais apenas 8 úteis –  um projeto foi elaborado, protocolado, entrou em pauta para leitura, foi lindo em plenário, foi encaminhado para as comissões, recebeu parecer favorável, foi aprovado pelo plenário e encaminhado para sanção do governador. Tudo isso ocorreu no período de 18 a 28 de dezembro. (Confira aqui esse trâmite)

Presentaço de Papai Noel (eles mesmo) para eles.

Sim. O projeto (Projeto de Lei Ordinária nº 0257/17-AL) engorda a conta bancária dos nobres parlamentares garantindo a eles uma espécie de 13º salário em dezembro e mais uma grana no carnavalesco mês de  fevereiro apelidada de “subsídio adicional (SA)” destinada ao custeio de despesas para confecção de fantasias e manutenção de vestuário condigno com o exercício do mandato.

O salário de um deputado é de R$ 25.332,25. Além disso eles contam com a “Cota para o exercício da atividade parlamentar” (CEAP) de quase R$ 35 mil para despesas com combustível, alimentação, serviços de consultoria, publicidade, aluguel e outros penduricalhos. Assim a renda mensal de cada parlamentar fica em torno de R$ 60 mil.

E o trabalhador – que ganha salário mínimo, usa roupa remendada e faz mágica para poder dar de comer aos filhos – se vê obrigado a bancar a roupa de griffe  dos nobres parlamentares.
Ah, me mata de vergonha.

Isso é vergonhoso. É inadimissível! É injusto! É muita … (vocês sabem o que).

Veja aqui o projeto e sua tramitação rapidola

Veja aqui a tal da cota para o exercício de atividade parlamentar de cada deputado

Veja aqui o salário dos deputados

Vergonhoso! Que coisa feia, excelências!

Assembleia do AP aprova projeto que institui subsídios de Natal e para compra de roupas aos deputados

Por G1 AP, Macapá

 Os deputados estaduais do Amapá aprovaram um projeto de lei que institui o subsídio de Natal. A definição do valor a ser pago a todos os parlamentares, sempre no mês de dezembro, segue regras semelhantes ao décimo terceiro salário.

O G1 encaminhou à Assembleia Legislativa e ao Governo do Estado solicitação de posicionamento e aguarda retorno.

O Projeto de Lei Ordinária nº 0257/17-AL, que é de autoria da mesa diretora, tramitou em regime de urgência. Foi protocolado no dia 18 de dezembro, aprovado em plenário no dia 28 e no mesmo dia a proposição foi encaminhada para sanção do governador do estado, sob o ofício nº 0218/17-SELEG-AL.

O mesmo projeto também prevê o pagamento de outro benefício, o subsídio adicional para custear despesas com vestuário, a ser pago no mês de fevereiro. Nesse caso, o texto não esclarece o valor, diz apenas que o vestuário deve ser condigno com o exercício do mandato. (Leia mais)

Deputado Favacho se defende e diz que abandono da estrada de ferro é culpa do governo

Do portal da Assembleia Legislativa do Amapá

Em pronunciamento proferido durante o “Grande Expediente” da sessão desta terça-feira (5) na Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), o deputado Júnior Favacho (PMDB) contestou as acusações que lhe foram feitas pelo promotor de Justiça Afonso Guimarães, durante entrevista coletiva à imprensa, realizada no dia 28 de novembro, de haver recebido propina para facilitar a anuência da Alap no processo de transferência da concessão da estrada de ferro do Amapá da Mineradora Anglo Américan para Zamin Mineração. Exibindo farta documentação, o parlamentar afirmou que o processo, encaminhado pelo Poder Executivo, tramitou normalmente e foi provado por duas comissões permanentes da Casa.

“Todo o processo foi conduzido pelo Governo do Estado. O pedido foi protocolado no governo, encaminhado à Secretaria de Transporte, onde tramitou e foi considerado constitucional. Em seguida foi à Procuradoria Geral do Estado, onde recebeu parecer favorável. O Estado encaminhou o processo à Assembleia Legislativa com pedido de urgência. Continue lendo

Briga pelo controle do Patriotas no Amapá

Com a prisão do Promotor Moisés, semana passada na Operação Minamata, está grande a briga pelo controle do Patriota no Amapá. Um grupo já está de malas prontas para ir a Brasília  pedir a direção do partido usando a estratégia de fuxicar de Moisés e de outros que sonham em comandar o Patriotas em terras tucujus.

Isaías Carvalho deixa o PT e diz que o partido trocou o calor das ruas por cargos

Após mais de 20 anos filiado ao Partido dos Trabalhadores o ex-vereador Isaías Carvalho deixa o partido reclamando que a direção  sufoca e isola as lideranças retirando destas todas possibilidades crescimento, de mudança e renovação política. Na sua carta de desfiliação, assinada hoje, ele lamenta o fato do partido ter largado o calor da rua e do povo em troca de cargos e o conforto dos salões refrigerados.

Eis a íntegra da carta:

Carta Aberta de desfiliação do PT
“Quando já não somos capazes de
mudar uma situação, Somos
desafiados a mudar a nós mesmos”
Guiado pela ética e esperança, persigo meus ideais. Me filiei ao Partido dos Trabalhadores (PT) no dia 28 de março de 1996 e em 2018 eu faria 22 anos no partido onde construí uma vida inteira dedicada à luta social e a organização política. Durante todos esses anos acreditei e trabalhei pelo partido.

No PT, já fui presidente do Diretório Municipal de Pedra Branca do Amaparí por dois mandatos, eleito o vereador mais jovem do Brasil em 2000 e reeleito em 2004, fui candidato a prefeito em
2008, candidato à deputado estadual por duas vezes. Hoje, estou Secretário de Relações Internacionais na comissão executiva estadual, e nos últimos12 anos já fui secretário agrário e secretário e de formação política por dois mandatos.
Me encantei com o PT da década de 80, 90, o mesmo que no Amapá foi o primeiro do Brasil a Continue lendo