Árvores sufocadas – MP aciona a Prefeitura

O blog mostrou ontem que a Prefeitura de Macapá está metendo concreto nas árvores do canteiro central da avenida Feliciano Coelho, o que impede a aeração do solo e das arvore1raízes comprometendo a saúde daquelas árvores, que poderão morrer e tombar, inclusive, em cima dos passantes.

A reação da Promotoria do Meio Ambiente do Ministério Público do Amapá foi imediata. Hoje mesmo, o promotor Haroldo Franco enviou ofício ao secretário municipal de obras Davi Alcolumbre exigindo explicações e providências.
O Ministério Público deu um prazo de 15 dias para que a Prefeitura de Macapá apresente cópias do projeto e/ou pareceres técnicos que fundamentem os serviços da forma que estão sendo feitos, ou seja, sufocando as pobres arvorezinhas, submentendo-as à morte.

O MP está exigindo também que a Prefeitura de Macapá adote medidas corretivas para garantir a sobrevivência e desenvolvimento das espécies ali plantadas.

Agora, anotem para conferir: Daqui a pouco, a Prefeitura vai dizer que meteu concreto naquelas árvores porque vai substituí-las por espécies mais bonitas, mais adequadas ao nosso clima ou que elas não combinam com um novo projeto paisagístico do município.
Se acharem mesmo que o povo é bobo e apresentarem estas desculpas fajutas, eu já antecipo uma pergunta: e pra que meteram o concreto antes de substituir as árvores?  A Prefeitura tá juntando dinheiro em paneiro? Só pode, pois paga pra concretar, depois terá que pagar pra quebrar o concreto, depois…

Pra esperar Papai Noel

monica1Entre uma pauta e outra, a bela e competente  jornalista Mônica Silva correu pra casa pra montar sua árvore de Natal.
Moniquinha, vamos pedir pro Papai Noel te dar uma escada, assim no próximo ano não vais precisar fazer toda essa ginástica pra colocar os enfeites no topo da árvore – que, por sinal, tá ficando linda.

Então é Natal…

Meu amigo Milton Sapiranga Barbosa, cronista, jornalista, moleque criado no bairro da Favela, nos conta um pouquinho dos seus Natais.

Meu Natal inesquecível será para sempre  o de 2006, pois foi o último Natal que passei ao lado de minha querida mãe Alzira Barbosa.

O maior Mico( parcial) que paguei foi na época da moda xadrez. Fui convidado para passar o Natal na casa de um amigo, claro que vestindo uma bonita camisa xadrez cor de vinho, novinha, comprada na Casa Nabil. Quando cheguei na casa do amigo, sua esposa trajava um vestido com o mesmo padrão da camisa que eu  estava usando. Dei-me  conta a tempo do Mico (não sei se mais alguém percebeu) e saí de fininho e fui cantar em outra freguesia.

Gostaria de passar o Natal no interior do estado, cercado de verde e  ouvindo cantos de pássaros.

Mas vou passar em casa  com a família, depois de ir a igreja rezar pelas almas dos parentes e amigos que já não estão mais entre nós.