Em campanha nas feiras

Amanajás e Francisca visitam feiras de Macapá
Da assessoria de comunicação

O candidato a governador do Estado do Amapá, deputado Jorge Amanajás (PSDB), e a candidata a vice-governadora Francisca Favacho (PMDB), visitaram nesta terça-feira (13), as feiras do Açaí no Santa Inês, da Ana Nery no Perpétuo Socorro e a do Novo Horizonte.

Durante as visitas, os candidatos foram abordados por feirantes que denunciaram a falta de estrutura que eles enfrentam no dia a dia durante as vendas.  Os mais apontados foram problemas como: a falta de água e infra-estrutura dos locais.

Para o agricultor Manoel Rodrigues, falta atenção e investimento das autoridades para as feiras de Macapá, “Nosso trabalho é pesado, chegamos as 17 horas e saímos às 8horas do outro dia, a renda mensal é baixa, e ainda temos que passar por essas dificuldades”, desabafou Rodrigues.

O candidato tucano Jorge Amanajás se comprometeu com a categoria, disse que  quando eleito Governador vai possibilitar melhores condições de trabalho para esses profissionais, “Sou filho de agricultor e sei muito bem das dificuldades enfrentadas e da falta de crédito para esses trabalhadores. Esse problema eu sei como resolver” afirmou Amanajás.

No Twitter

“A legitimidade política não está na esquerda ou direita, mas na capacidade de dar soluções ao povo.
Na falta, ambas são inutilmente iguais.”

(Deputado Ruy Smith, do PSB-AP)

Aviso aos candidatos

Este blog respeita todos os candidatos embora alguns não mereçam do Amapá ao Rio Grande do Sul. Mas que fique bem claro: respeitar não é canonizar.

Este blog não dispõe de água sanitária pra limpar ficha suja nem de lama pra sujar ficha limpa.

A blogueira tem seus candidatos – de deputado estadual a presidente da República – mas não coloca o blog a serviço de nenhum deles. Eles terão o mesmo tratamento que os demais.

O blog abre espaço para divulgar propostas, eventos, comícios, fotos etc etc de candidatos, partidos políticos e coligações.
Nenhum candidato será vetado neste blog que assim como publicará as “boas notícias” também publicará críticas, sempre numa linguagem respeitosa e ética.

Os assessores de imprensa podem e devem mandar releases de seus assessorados, mas isto não quer dizer que todos serão publicados. O critério será a importância da notícia, o que realmente interessa ao eleitorado saber.

A caixa de comentários estará sempre aberta para os leitores e eleitores, que poderão questionar os candidatos, fazer debates, apresentar sugestões, concordar ou discordar das propostas. Podem também elogiar ou bater palmas, assim como tecer críticas desde que sem invasões à privacidade, ataques pessoas, acusações levianas, palavras grosseiras ou de baixo calão (veja mais sobre isso nas Regras do Blog).

No mais, espero que os candidatos saibam que assim como podem merecer aplausos também podem ser merecedores de críticas e que não tentem amordaçar quem os criticar; que saibam receber as críticas do mesmo modo que recebem aplausos (ok, que seja então com um sorriso amarelo. Mas sem empunhar a tesoura, por favor).
Candidato que só quer aplauso entrou na disputa errada. Deve disputar, em vez de uma cadeira no Legislativo ou no Executivo, um lugar de palhaço no picadeiro do circo, pois aos palhaços de circo nunca falta o aplauso da platéia.

“Batam palmas pro palhaço
que apesar de triste faz você sorrir.
No centro do picadeiro
ele pula sem parar
levando alegria para o povo do lugar.”

(Trecho da música “Palhaço”, de Alcy Araújo Zoth e Antoney Lima)

Sobre a aliança Psol/PTB

Tá no Estadão:

O PSOL nacional não aceitou a coligação com o PTB no Amapá. Com isso, a coligação foi anulada. Hoje o PTB e demais aliados (PSDC, PCB, PTC, PRP, PRTB e PMN) ingressaram com novo pedido de registro de candidatura. A única mudança é a saída do PSOL. A coligação não registrou nenhum outro candidato ao Senado em substituição a Randolfe Rodrigues (PSOL).

O diretório local do PSOL vai realizar uma reunião para decidir se vai para um embate jurídico com a executiva nacional ou… (Leia mais)

Falando nada sobre coisa alguma

Jornalista Corrêa Neto diz em seu site:
“O debate político estabelecido na Internet, se é possível chamar assim, está colocado em um nível tão primário e repetitivo que cansa.
Aliados da situação e oposição repetem o que vem sendo dito há muito tempo, e nem passam perto dos temas fundamentais para eleições de  governador, senadores, deputados federais e estaduais e federais.
Todos sabem que o ex-governador Capiberibe e a deputada Janete foram cassados por uma suposta compra de dois votos no valor de R$ 52, pagos em duas prestações de R$ 26. Já se sabe também que o ex- deputado Lucas Barreto foi nomeado pelo senador José Sarney para um cargo no Senado da República, ou ainda que   governador Pedro Paulo é um dos  responsáveis pela situação de quase falência em que o estado se encontra. Não se fala sobre o deputado Jorge Amanajás, blindado não se sabe o porque. Ninguém discute o valor dos repasses mensais para a Assembléia Legislativa e em que esse dinheiro todo é gasto. Fala-se muito no pequeno, no que já passou.
Enquanto os grupos se acusam, esquecem dos pontos principais de uma administração pública, como a saúde, a segurança, a educação, geração de emprego e renda, produção agrícola, transportes e tantos outros assuntos que dizem  respeito diretamente à vida das pessoas.
É lamentável que seja assim, porque no meio de  tantas pessoas que acompanham ou participam dessas discussões, tem  gente com idéias que podem ajudar o futuro governador, seja ele quem for, ou oferecer informações para que os eleitores tenham mais segurança na hora de votar. Sem isso, o quadro político medíocre e viciado que temos hoje se repetirá até quando uma sociedade bem educada promova a depuração. E não será discutindo bobagem que essa sociedade surgirá.”

Quem impugna quem

Em negrito os nomes do autores dos pedidos de impugnação.

Helton Costa Tolosa –  Jorge Amanajás, candidato ao governo
MPE – Charly Jhone, candidato a deputado
MPE – Ocivaldo Gato, candidato a deputado
MPE – Ricardo Oliveira, candidato a deputado
Raimundo de Deus Belair – Janete Capiberibe, candidata a deputada
Raimundo de Deus Belair – João Alberto Capiberibe, candidato ao Senado
Raimundo de Deus Belair – Camilo Capiberibe, candidato ao governo
Raimundo de Deus Belair – Cristina Almeida, candidata a deputada
MPE – Jorge Elson Silva, candidato a deputado
Joel Gilberto Cilião – Jaime Nunes, candidato a vice-governador
Coligação Frente Popular (PT/PSB) – Raimundo de Deus Belair, candidato a deputado
Coligação Frente Popular (PT/PSB) – Davi Alcolumbre, candidato a deputado
Coligação Frente Popular (PT/PSB) – Jurandil Juarez, candidato a deputado
Coligação Frente Popular (PT/PSB) – Gilvam Pinheiro Borges, candidato ao Senado
Coligação Frente Popular (PT/PSB) – Geová Pinheiro Borges, candidato a suplente de senador
Coligação Frente Popular (PT/PSB) – Salomão Alcolumbre Junior, andidato a suplente de senador

Impugnações

A briga no tapetão vai dar muitos panos para as mangas e muito trabalho para os advogados.
Até este momento  (16h32) há pedido de impugnação de 15 candidaturas.
São 3 de candidatos ao Senado, duas de governador, uma de vice-governador e nove de deputados.

Eis os nomes:
João Alberto Capiberibe (PSB)
Gilvam Borges (PMDB)
Waldez Góes (PDT)

Jorge Amanajás (PSDB)
Camilo Capiberibe (PSB)
Jaime Nunes (PSDC)

Charly Jhony
Ricardo Oliveira
Ocivaldo Gato
Janete Capiberibe
Cristina Almeida
Jorge Souza
Belair Junior
Davi Alcolumbre
Jurandil Juarez.

Rodada de entrevistas com os candidatos

Olho na telinha ou radinho colado no ouvido esta semana a partir das 13h.
Começa hoje a rodada de entrevistas com os candidatos ao governo do Amapá na rádio Antena 1,  transmitidas ao vivo pelas TVs Tucuju e Tarumã.
As entrevistas tem duração de 20 minutos e são dividas em dois blocos. No primeiro, os candidatos responderão perguntas sobre emprego, saúde e habitação; no segundo bloco, educação, infraestrutura e segurança pública.
Além das perguntas feitas pelo entrevistador Reginaldo Borges, os candidatos responderão perguntas de eleitores gravadas pela produção do programa e de internautas feitas pelo twitter até às 12h.
O primeiro entrevistado é Jorge Amanajás (PSDB); amanhã é a vez de Lucas Barreto (PTB), quarta-feira será Camilo Capiberibe (PSB), quinta o entrevistado é Pedro Paulo Dias (PP) e na sexta Genival Cruz (PSTU) fechando a rodada.

As entrevistas vão começar pontualmente às 13h, dentro do programa O Estado é Notícia, que tem apresentação de Reginaldo Borges e Silvio Souza.

Começa a briga no tapetão

Candidato ao governo do Estado pela coligação PSB/PT, o deputado estadual Camilo Capiberibe acaba de informar que o PMDB entrou com recurso no TRE impugnando sua candidatura.
Se acostumaram com o tapetão e não querem mais disputar eleição”, disse Camilo. Segundo ele, o PMDB alegou que Camilo não teria pago uma multa referente a pintura de seu nome num muro de uma propriedade na avenida Claudomiro de Moraes. “Paguei a multa como me foi cobrado“, garantiu o candidato.
Para ele, a ação do PMDB não passa de uma mera tentativa de tumultuar o processo eleitoral.

Atualização – 12/07 – 16h
Não foi o PMDB que entrou com pedido de impugnação da candidatura de Camilo Capiberibe, mas sim o cidadão Raimundo de Deus.

3 a 3

As famílias Capiberibe (PSB)  e Góes (PDT)  apresentam, cada uma, três candidatos a mandatos eletivos este ano.
Da família Capiberibe os candidatos são João Alberto Capiberibe (senado), sua mulher deputada federal Janete Capiberibe (concorre à reeleição) e o filho Camilo, que disputa o governo.

Na família Góes o ex-governador Waldez é candidato ao Senado, sua mulher Marília Góes é candidata a deputada e o primo Alberto Góes é o vice na chapa de Pedro Paulo Dias ao governo.

Camilo e Janete  também tem Góes no sobrenome (Carlos Camilo Góes Capiberibe e Janete Góes Capiberibe). Isto quer dizer que se quatro das duas famílias forem eleitos, o Amapá terá Góes em todas as esferas do Legislativo e no Executivo.

O  risco é aparecer algum maluco querendo mudar o nome do Amapá para “Província Góes”.

(Se eu esqueci alguém podem acrescentar na caixinha de comentários.)

Crise na coligação PT/PSB

Fundador do PT e da CUT no Amapá, o sindicalista e especialista em educação ambiental Errolflyn Paixão foi traído mais uma vez pelo seu partido.

Decepcionado com a traição e a falta de respeito dos companheiros, Errolflyn protocolou hoje ofício no Tribunal Regional Eleitoral renunciando a vaga de candidato a segundo suplente do segundo candidato ao Senado da coligação PT/PSB, Marcos Roberto.

Errolflyn conta que durante todo o processo de escolha dos candidatos da coligação ficou acertado que ele seria o primeiro suplente de João Alberto Capiberibe (PSB). Para sua surpresa ontem ficou sabendo que tinha sido inscrito no TRE como segundo suplente de Marcos Roberto. “Não tenho nada contra o companheiro Marcos, mas isso que fizeram comigo é um desrespeito. Não vou admitir que ninguém me faça de boneco. A minha vida é pautada no respeito, na sinceridade, na política séria”, disse ele ao blog.

Errolflyn lembrou que em 2006 foi lançado ao governo para atender capricho dos deputados Joel Banha e Dalva Figueiredo.
O PT apoiava a reeleição de Waldez Góes (PDT).
Impedido de coligar com o PDT, o PT para não coligar com o PSB – que tinha João Alberto Capiberibe como candidato ao governo – usou a estratégia de lançar um “candidato-faz-de-conta”. E este foi Errolflyn, que acabou sendo rotulado de candidato laranja. “Fui muito chacoalhado na eleição de 2006 por causa disso“, queixou-se.
Sem nenhuma estrutura, sem nenhum apoio dos companheiros e contando apenas com a propaganda no rádio e na televisão, ainda conseguiu a façanha de ter mais de cinco mil votos, chegando inclusive a a ser o terceiro candidato mais votado em algumas cidades do interior. “Isso me credenciava a ser candidato a vereador em 2008″, disse. Mas quando chegou 2008 a cúpula do partido pediu a Errolflyn que abrisse mão de sua candidatura a vereança em favor de Luizinho, garantindo a ele que por esse gesto seria o principal candidato do partido a deputado federal em 2010.
Errolflyn acreditou nos companheiros. Não só abriu mão da candidatura como ajudou a eleger  Luizinho.

Chega 2010 e Errolflyn é convencido a desistir da candidatura de deputado federal em favor de Marcivânia. Em troca seria o primeiro suplente na chapa de João Alberto Capiberibe ao Senado.
Só foi saber que em vez de ser primeiro suplente de Capi foi inscrito como segundo suplente de Marcos Roberto ontem quando teve acesso à ata entregue pela coligação ao TRE com o pedido de registro de candidaturas. “Fui confiar nos companheiros e dei com os burros n’água”, lamentou.

Errolflyn foi um dos maiores defensores da coligação do PT com o PSB.
Decepcionado e abalado com mais este golpe, ele desabafou ao blog:
Não vou ser serviçal político de ninguém. Tenho estudo, tenho meu emprego, sou funcionário federal, não dependo de mandato político de ninguém. O que eu quero é respeito e sinceridade”.

Ao final da entrevista, Errolflyn disse que apesar de tudo vai trabalhar pela eleição de Camilo Capiberibe (PSB)  ao governo do Estado.

Os gastos

Veja quanto seus candidatos ao Senado e ao governo declararam ao TRE que vão gastar na campanha:
Governo
Jorge Amanajás  – R$ 6 milhões
Pedro Paulo  – R$ 4,5 milhões
Camilo Capiberibe  – R$ 3 milhões
Lucas Barreto  – R$ 3 milhões

Senado
Papaléo Paes – R$ 1,5 milhão
Gilvam Borges – R$ 1,5 milhão
João Alberto Capiberibe – R$ 1,5 milhão
Marcos Roberto – R$ 1,5 milhão
Waldez Góes – R$ 1,2 milhão
Randolfe Rodrigues – R$ 900 mil