A Procuradoria-Geral do Amapá (PGE) encaminhou, nesta segunda-feira, 8, um ofício ao Ministério Público Estadual (MPE/AP) solicitando providências à Promotoria de Saúde quanto a decisão da Prefeitura de Macapá autorizando a volta das aulas presenciais da educação infantil da rede particular.
A PGE enfatizou que existe um decreto estadual normatizando todo o processo de controle e combate à pandemia, e que ainda não existe uma data definida para o reinício das aulas de forma presencial. De acordo com o procurador geral, Narson Galeno (foto), o Decreto Municipal não se sobrepõe ao Decreto Estadual.
“Essa medida do município de Macapá nos traz uma preocupação muito grande, pois, no decreto estadual ainda não há a liberação do início das aulas de forma presencial. Isso vai gerar um transtorno enorme na área da saúde, pois uma decisão como essa pode contribuir para o aumento de casos de covid 19 na capital”, disse Narson Galeno.
Uma nova remessa de vacina contra o novo coronavírus (covid-19) chegou ao Amapá na noite deste domingo,7. São 15 mil doses do imunizante Coronavac para ampliar a vacinação no estado. O Governo do Estado do Amapá (GEA) fará a distribuição da vacina aos 16 municípios para continuarem a campanha de vacinação.

Eventos carnavalescos, esportivos e festas estão proibidos em todo o estado do Amapá. As medidas constam no decreto assinado nesta segunda-feira, 1º, pelo governador Waldez Góes, que veta ainda o consumo de bebida alcoólica nos fins de semana de fevereiro e suspende o ponto facultativo do carnaval. As medidas são necessárias por conta dos riscos de infecção e expansão do novo coronavírus.