Comenta-se nos corredores do Palácio do Setentrião que um dos computadores de lá era usado exclusivamente para guardar arquivos de fofoca.
Gente da nova gestão quando abriu aquele computador não encontrou nada além de uns arquivos estranhos nomeados assim: fulano1, fulano2 e assim sucessivamente.
Abriram os arquivos e … SUR-PRE-SA!
Eram textinhos do tipo: “a faxineira de fulano estava conversando ontem com o fulano de tal, amigo do deputado tal”; “a vizinha do beltrano é tia da amiga do candidato x”; “o fulano tava na boate com o cabo eleitoral do candidato tal”; “um carro com adesivo do fulano de tal tava na porta da casa do servidor sicrano”… e assim por diante.
Se isto é verdade mesmo, então funcionava ali um “serviço de fofoca”, jamais um serviço de inteligência.
Sugestão para Waldez Góes: colocar no Palácio um sofá “espanta fofoqueiro”, como esse, que faltou na administração anterior.





