Saindo

Esvaziando as gavetas e desocupando os gabinetes do Governo do Estado e da Prefeitura de Macapá para disputar as eleições proporcionais deste ano:
No governo: Eliete Borges (Politec), Luzia Grunho (Super Fácil), Cel Calandrini (PM), Cel Valcir (Iapen), Anésia Nunes, entre outros.
Na Prefeitura: Eraldo Trindade (Meio Ambiente), Ubiranildo Macedo (Guarda Municipal), Conceição Medeiros (Educação), Davi Alcolumbre (Obras) e Vicente Cruz (Procuradoria).

WG sai mesmo do governo

Como este blog  já disse várias vezes, o governador Waldez Góes (PDT) vai mesmo deixar o governo para candidatar-se ao Senado.  O anúncio oficial será feito amanhã à noite num grande encontro estadual do PDT.

Waldez Góes está em Brasília. Foi participar do lançamento do PAC 2. Após a solenidade, ele e outros cinco governadores que também deixam o cargo, reuniram com o presidente Lula para se despedir.

Veja o que saiu agora há pouco  no Blog do Planalto:

Governadores aproveitam o PAC 2 para se despedir do presidente

Governadores que vieram para o lançamento do PAC 2, em Brasília, se reuniram com o presidente Lula hoje (29/03) para se despedir, porque pretendem se desincompatibilizar para se candidatarem, na maioria dos casos, ao Senado. Estiveram com Lula no gabinete provisório do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) os governadores Eduardo Braga (Amazonas), Vilma Faria (Rio Grande do Norte), Wellington Dias (Piaui), Ivo Cassol (Rondônia) Valdez Góes (Amapá) e Blairo Maggi (Mato Groso).

Segundo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, “o presidente quer reunir esses governadores, fora do horário de trabalho e após a desincompatibilização, para discutir política e a participação deles no processo da sucessão não só nos estados, mas também no apoio nacional à ministra Dilma”.

Artigo

O plano “W”
Ruy Smith, deputado estadual

Plano é a síntese de um processo organizado para levar a cabo determinado objetivo. O homem sempre foi pródigo na gestação dos mais diversos deles. Quer ver um plano? Basta apresentar um problema. A administração pública, densamente povoada de premissas, códigos, leis, regras, limites e limites, só funciona mediante essa peça fundamental da gestão. Disse Arquimedes, célebre físico e matemático de 250 a.C.: Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio que moverei o mundo. Nunca sem um plano, dizem os especialistas da arte de planejar.

De retumbantes fracassos a estrondosos sucessos, os planos são sempre lembrados pelos seus efeitos. Deles, o mais famoso mundialmente chamou-se “Plano Marshall”, homenageando seu criador, o General George Catlett Marshall, e anunciado em 1947 pelo presidente Americano Harry Truman. Tratou-se de um projeto de recuperação da economia dos países da Europa Ocidental envolvidos na Segunda Grande Guerra, com créditos e doações de insumos, produtos e capital, no total de U$ 14 bilhões, em valores da época.

No Brasil, cada governo com seu plano. Desde o forjado Plano Cohen – documento divulgado em 1937 e atribuído a Internacional Comunista, contendo um suposto plano para tomada do poder pelos comunistas, o que facilitou o golpe de Estado e a instalação do Estado Novo por Getúlio Vargas – os governos brasileiros têm elaborado planos. O próprio Getúlio, com o Plano Especial de Obras Públicas e Aparelhamento da Defesa Nacional, em 1939, e o Plano de Obras e Equipamentos, em 1943, perseguiu e conseguiu uma formulação organizacional do governo central.

A partir de 1950, os planos econômicos abundaram. Do Plano SALTE, do governo Gaspar Dutra, ao PAC de Lula, diversos ocorreram: O Plano de Metas e o Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social, ambos de JK; o Programa de Ação Econômica do Governo, de Castelo Branco; o Programa Estratégico de Desenvolvimento, de Costa e Silva; os Planos Nacionais de Desenvolvimento I, II, e III, do trio parada dura Médici, Geisel e Figueiredo; os planos Cruzado, Bresser e Verão, do campeão de planos e fracassos econômicos, Sarney; o Plano Brasil Novo, de Collor, e o Plano Real de Itamar e FHC.

No Amapá, de 2003 até então, não temos planos para o desenvolvimento do Estado. Waldez Góes, o maior culpado, quando ainda candidato acenou com doze metas para o governo, em seu programa para os fins eleitorais. Menos do que fruto do estudo das necessidades amapaense, o número de metas apenas evocava subliminarmente o número do seu partido político, e o seu próprio na cédula eleitoral eletrônica, o 12; se fosse 30 ou 99 esse número, seriam trinta ou noventa e nove as promessas. Desde aí, os fins já estavam a justificar os meios.

Iniciado o período das agruras do povo, em 01 de janeiro de 2003, Waldez mostrava-se falastrão e canastrão sempre que o tema era desenvolvimento. Eixos estruturantes, comunidades duráveis, pilares do desenvolvimento e outras terminologias eram repetidas à exaustão a uma mídia cuja avidez nunca foi exatamente pelas idéias desenvolvimentistas (?) do governador. Exemplo mais patente, e patético, da falta de intimidade de Waldez e de seu governo com a matéria foi a falação repetitiva de que a guseira Sólida seria a redentora da economia local, com a criação de dez mil novos empregos. Sete anos após, até o discurso se foi.

Agora famoso pela extrema dificuldade em decidir, de início Waldez escancarou as portas do seu governo para grupos igualmente famosos por jamais terem contribuído para qualquer plano de desenvolvimento que não fosse o de seus interesses particulares. Não é preciso arrombar o que já se está a escancarar! O resultado foi o recuo do Estado em quase todos os indicadores econômicos e sociais, na contramão do avanço nacional e do aumento significativo do orçamento público estadual, este inflado pelas crescentes contribuições constitucionais da União.

Num ambiente onde a roubalheira grassa, e aqui não cabe enumerar as razões para o uso do substantivo, em favor da concisão do texto, como fazer planos de desenvolver a coletividade? A resposta é: Não se faz! Até o PAC, do governo federal, não consegue acelerar o Amapá por falta de projetos. É o cúmulo da desorganização institucional, e verdadeiro atestado de incompetência, ter os recursos financeiros assegurados e não conseguir transformá-los em benefícios à população. Não há planos para a água, esgoto, energia, habitação, mineração, infra-estrutura viária e de saúde, para o melhor aproveitamento do Porto de Santana, para a exploração dos rios e florestas, para divulgar a localização privilegiada do Amapá em relação aos maiores mercados mundiais, e outras áreas estratégicas.

Desenvolver não é só querer! É preciso definir aonde se quer chegar, as estratégias para perseguir as metas, as fontes de financiamento, a forma de desembolso dos recursos, o cronograma temporal, os critérios de avaliação dos métodos e dos resultados, e outros elementos importantes do planejamento. A um governo que alardeia ter os olhos no futuro, pergunto: Quantos anos nos separam desse horizonte vislumbrado? Nele, haverá água e energia para todos? Quantos alunos e vagas escolares teremos? E o índice esperado de analfabetismo? Qual a pretendida redução na mortalidade neonatal? Em quanto diminuirá o déficit habitacional? Qual será nosso nível de preservação florestal? Que tipo de turismo predominará? Quantos empregos o setor Serviços irá gerar? Qual será a participação do setor primário no PIB local? E o nosso nível de industrialização? Qual será nosso IDH? E o IDSE? A resposta para essas e muitas outras é o silêncio, sei, porque não há planos.

Na verdade, plano mesmo, engendrado e executado de forma meticulosa e continuada, existe um, o que chamo de Plano W. Mas esse não está aposto em nenhum documento. Planos também podem ser secretos. Principalmente quando o sigilo é um fator para garantir segurança aos seus mentores e executores. Afinal, ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo.

Nem faz tanto tempo

Em  animado almoço na casa do ex-senador João Alberto Capiberibe, em 2008, estiveram reunidos para saborear um tucunaré ao molho de camarão o  ex-deputado Lucas Barreto (PTB), Eduardo Seabra (presidente do PTB), vereador Clécio Luís (PSOL), ex-senador Capiberibe (PSB), economista José Ramalho (PSB), deputado Camilo Capiberibe (PSB) e Randolfe Rodrigues (PSOL).
(A foto é do blog Noticias Daqui)

Governo foge do debate sobre Amprev

Governo do Estado está “surrupiando” o dinheiro da AMPREV
Texto:  Eduardo Neves, da Assessoria de Imprensa do deputado Camilo
Fotos: Chico Terra

O tom de desabafo e preocupação partiu da presidente do sindicato do Grupo Administrativo, a servidora pública Esmeralda Correa Lopes, durante audiência pública realizada nesta quinta-feira, 25, na Assembleia Legislativa do Amapá, que discutiu a situação financeira da Amapá Previdência (AMPREV).

Deputado Camilo

A sessão viabilizada por requerimento de autoria do deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB/AP), contou com a presença do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AP), Ulisses Träsel, do juiz de direito, Marcos Vinícios Gouvêa Quintas que é conselheiro da Amprev e também  representou o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), do conselheiro da AMPREV, Damilto Barbosa Salomão, Secretário-Geral do Tribunal de Contas do Estado representando o TCE; do presidente da Federação do Sindicado dos Servidores Públicos do Amapá, Jocenildo Moura; do presidente do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Amapá, Marlúcio Almeida e da presidente do sindicato do Grupo Administrativo, Esmeralda Correa Lopes. Apenas o deputado estadual Rui Smith (PSB/AP) participou da audiência pública que foi acompanhada por diversos conselheiros da Amprev, por representantes de sindicatos e pela sociedade civil organizada. O deputado Dalto Martins que é conselheiro da Amprev representando o poder legislativo se ausentou da discussão.

A diretoria da AMPREV, através do presidente, Arthur Sotão, enviou comunicado informando que não poderia comparecer na audiência pública, em razão de compromissos “fora de Macapá”. O governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), não compareceu e não mandou representante para a AL. Diversos secretários de estado que também são conselheiros da Amprev não compareceram, como o Secretário de Gestão, Joel Nogueira, o Secretário de Administração, Wellington de Carvalho Campos e o Secretário de Planejamento, Haroldo Vítor, entre outros.

Quero lamentar pela segunda vez consecutiva que o governo do Estado não manda representantes para participar de audiência pública da Assembleia Legislativa”, lamentou Camilo, ao se referir da sessão pública passada que discutiu a paralisação da obra do Hospital do Câncer. “Se trata de menosprezo pelo tema e pelo poder legislativo”, desabafou.

DEBATE – O deputado Camilo, ao abrir os microfones para os integrantes da mesa, pode ouvir o relato de como está a real situação da dívida de cada poder e as reivindicações dos sindicatos classistas presentes na sessão.
O problema da previdência está assustador. Falta informação para o presidente da Amprev,que não sabia que até em dezembro do ano passado, o governo do Estado não repassava o dinheiro que é descontado no contracheque do servidor o que vinha acontecendo desde junho de 2009. E que hoje essa dívida chega em torno de R$200 milhões”, relatou Jocenildo Moura, presidente da Federação do Sindicado dos Servidores Públicos do Amapá.

Jocenildo disse que atualmente há cerca de R$ 1 bilhão de reais nos caixas da AMPREV, mas alertou para futuros problemas na aposentadoria dos servidores. “Quem olha e vê que tem R$ 1 bilhão, mas sabe que esse dinheiro não dá pra tirar para pagar todo mundo daqui a oito anos, porque o Estado vai ter que arcar com a folha dos ativos e inativos”, ressalta.
O presidente do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Amapá, Marlúcio Almeida, disse que a dívida do governo do Estado não cabe parcelamento, porque o governador fez em novembro do ano passado parcelamento da dívida anterior. “Então o governo do Estado deveria estar aqui para esclarecer como fará o pagamento dessa dívida”, cobrou Marlúcio.
O representante do TJAP, juiz de direto, Marcos Vinícius Gouvêa Quintas, disse que

Juiz Marcos Quintas

atualmente o Tribunal de Justiça cumpre com o repasse mensalmente aos cofres da Amprev, mas fez questão de contextualizar a Instituição. “A grande verdade que a Amprev tem todo uma história e uma herança do antigo IPEAP, todos os poderes tem uma dívida com a Amprev porque não foi repassado no passado”, disse o Juiz.

Atualmente a dívida do Poder Legislativo de 2002 e uma parte de 2006 alcançou R$ 7 milhões de reais. O Tribunal de Contas do Estado no período de 1999 a 2006, deixou de repassar a Amprev R$ 6 milhões e o Tribunal de Justiça no mesmo período acumulou uma dívida de R$ 20 milhões de reais. Apenas o Ministério Público Estadual, não possui dívida previdenciária.
Esses acordos dos poderes devem ser cumpridos e não apenas assinados. É preciso que se crie um mecanismo muito grande de fiscalização e que pode ser criado pela Assembleia Legislativa, para que seja fiscalizado esse repasse para garantir a sustentabilidade da previdência”, propôs o representante do Poder Judiciário.
A presidente do Sindicato do Grupo Administrativo, Esmeralda Correa Lopes, fez o discurso mais duro contra o governo. “O dinheiro da Amprev está sendo surrupiado descaradamente pelo governo. Vamos lutar contra esse tipo de safadeza que existe no Estado. A responsabilidade não é só dos sindicatos e do deputado Camilo e Rui Smith, todos os outros deputados que não estão aqui são responsáveis também”, desabafou Esmeralda.

Durante o debate os conselheiros foram unânimes em informar a ausência nas reuniões do Conselho da Amprev, do deputado estadual Dalto Martins (PMDB/AP), que representa a AL. “Me estranha o deputado Dalto Martins em não participar das reuniões da AMPREV, mas aparece ele no jornal dizendo que vai cobrar explicação da AMPREV”, ironizou Camilo ao receber a informação dos conselheiros.
Antes de abrir os microfones para os participantes da audiência pública que estavam nas tribunas da AL, o deputado Camilo Capiberibe, informou que a Federação do Sindicado dos Servidores Públicos do Amapá e o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Amapá, entraram no início desta semana com duas representações uma na Procuradoria Geral da República (PGR) e a outra no Ministério da Previdência Social, denunciando o governador Waldez Góes, por apropriação indébita de contribuição previdenciária.

APOSENTADORIA – A funcionária pública, Margarida de Freitas, disse estar indignada em saber que a sua aposentadoria pode estar ameaçada por irresponsabilidade do governo do Estado. “Porque agente se mata trabalhando e não temos sequer uma garantia da nossa aposentadoria. Infelizmente o Ministério Público é omisso”, disse a servidora.

O conselheiro da AMPREV, Micherlom Mendonça, cobrou a realização de concurso público para os quadros da AMPREV. “Quem faz parte hoje do quadro da AMPREV, são cargos comissionados, que assim como a direção são apontados pelo governador Waldez”, destacou Micherlon, ao informar que o atual presidente é servidor federal. “Quem deveria cuidar do nosso dinheiro deveria ser um servidor do Estado e não um servidor federal como o que está à frente da AMPREV”.
O professor João Luiz, cobrou a presença do presidente do Sinsepeap, Aido Silva. “Porque a nossa entidade não compareceu pra participar dessa discussão”, disse o professor ao sugerir uma intervenção na AMPREV. “Porque agora ainda não é hora de chorar e porque vamos chorar no futuro quando formos nos aposentar”. Aildo Silva foi convidado para participar da Audiência Pública.
De acordo com Iclenor Bezerra, membro do sindicato de servidos da AL, os imóveis pertencente a AMPREV que estão alugados para o governo do Estado, não estão sendo pagos. “Eu quero sugerir para que a Assembleia convoque a Diretoria da AMPREV, para explicar essas pendências, porque tem muita ingerência do governador dentro da AMPREV”, alertou.
O vice-presidente do Conselho da Amprev, Fernando César, representante do Ministério Público na sessão, informou que há duas comissões de trabalho dentro da AMPREV, que cobram a realização de concurso público e o plano de cargos e salários para os servidores. “E Hoje os recursos que se encontram na AMPREV, desde o início de 2009, estão sendo acompanhados por um comitê lá dentro. Os relatórios dos recursos, da aplicabilidade com a rentabilidade estão disponíveis no site da AMPREV”, esclareceu.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AP), Ulisses Trasel, garantiu ao receber as representações que denunciam o governador Waldez Góes, por apropriação indébita, que a OAB não ficará omissa diante da situação. “Podem contar com a OAB, que prima pela

Presidente da OAB, Ulysses Trasel

legalidade. Iremos levar este caso para o conselho da Instituição para debatermos”, assegurou. Além disso Ulisses Träsel disse que vai questionar o pagamento dos ex-guardas territoriais pela Amprev, fato que foi questionado por um dos participantes, visto que “eles não contribuíram para a Amapá Previdência e não podem então receber por lá” disse João Luís, professor que se manifestou das galerias representndo os servidores da educação.
Ao final da audiência pública, o deputado Camilo Capiberibe, disse que estará reforçando a denúncia feita pelos sindicatos em Brasília através de indicação à mesa da Assembleia Legislativa, e encaminhando a Procuradoria Geral da República e ao Ministério da Previdência Social pedidos de apuração sobre a aplicação dos recursos descontados dos salários dos servidores estaduais e não repassados aos cofres da Amprev. “Tiramos algumas proposta que estarei encaminhando juntamente com o relatório desta Audiência Pública aos participantes e a direção da Amprev, ao governador Waldez Góes, ao Conselho da Amprev, assim como para os poderes e representações sindicais que estiveram presentes nesta sessão.”

Conferência do PSOL

Randolfe Rodrigues

É amanhã, sábado, a partir das 14h na Câmara de Vereadores de Macapá, a  3ª Conferência Eleitoral do PSOL, que vai debater as estratégias que o partido vai adotar para o pleito 2010.

Na Conferência serão também apresentadas  as pré-candidaturas internas à presidência da República, mas o ponto alto será, sem dúvida, a confirmação da pré-candidatura ao Senado do ex-deputado estadual, professor universitário, historiador, advogado  e pesquisador Randolfe Rodrigues.

O evento – que é aberto  ao público –  terá a participação de 61 delegados eleitos nos municípios de Santana, Porto Grande, Vitória do Jari, Laranjal do Jari, Ferreira Gomes, Pracuuba, Itaubal, Pedra branca e Macapá.

Vixi!

“Se Jesus perdoou um bandido na cruz, por que  eu não perdoaria o Capi?”
(Senador Gilvam Borges, na rádio Laranjal FM)

“O senador Gilvam Borges se comparar com Jesus Cristo não é apenas uma atitude de mal gosto político mas é também uma blasfêmia.”
(Deputado Camilo Capiberibe, no Twitter)

Todo prosa

Ex-deputado estadual e pré-candidato ao Senado, Randolfe Rodrigues (P-SOL) anda mais feliz que festeiro de marabaixo com tanto apoio que vem recebendo.

A mais recente declaração de apoio veio do deputado estadual Moisés Souza (PSC). Ele disse que Randolfe foi  “o melhor deputado que a Assembléia Legislativa já teve e  será o melhor senador que o Amapá terá.”

Gitinhas

Na PMM –  O ex-taxista Fernando Oliveira, que foi parar em uma cadeira de rodas depois de um tiro que atingiu sua coluna vertebral, tomou posse ontem, 23,  como  Coordenador Municipal da Acessibilidade. Ele substitui a advogada Maria do Céu, que deixou o cargo para assumir uma cadeira no Conselho Gestor de Macapá.

Tá podendo – Deputado federal Bala Rocha (PDT) toma café da manhã hoje na CNI com o rei  Carlos Gustavo e rainha Silvia,  da Suécia.

Comunitária? – Se a Itaubal FM, inaugurada no último final de semana, é comunitária,  por que pertence ao grupo Beija-Flor, da família do senador Gilvam Borges?

Recado – Deputado Edinho Duarte, que anda de braços dados com o vice-governador Pedro Paulo, mandou um recado não sei pra quem: “Não preciso do governo para me reeleger”.

Ele sai – Waldez Góes vai mesmo deixar o governo para se candidatar ao Senado. Deputado da base aliada, Dalto Martins (PMDB), garantiu que WG “já está com a mala pronta” para se mudar em abril da residência oficial para sua casa na zona sul da cidade.

Com a pá virada – Nos corredores da Prefeitura de Macapá o que mais se comenta é que desde a semana passada o prefeito Roberto Góes (PDT) anda dando murros na mesa. Dizem, inclusive, que ele teve uma discussão muito feia com o presidente da Assembléia Legislativa e pré-candidato ao governo Jorge Amanajás (PSDB).

Dinheirão – Sabe quanto a prefeitura repassa para a Câmara de Vereadores todo santo mês? Nada menos que um milhão e duzentos mil reais. É muita grana. Né não?

O dinheiro do lixo sumiu

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-prefeito de Amapá (AP) Rildo Alaor Teixeira da Silva a devolver R$ 335.997,87, valor atualizado, por não prestar contas de recursos federais repassados ao município pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Os valores eram destinados à implantação de sistema de coleta de resíduos sólidos no município. Segundo auditoria do TCU, somente 74% do projeto foi executado. Citado pelo Tribunal, o ex-prefeito não apresentou defesa. Ele também foi multado em R$ 10 mil. A cobrança judicial das dívidas já foi autorizada.

Gitas e gitinhas

Governador Waldez Góes vai mesmo deixar o cofre vazio e a caneta para o vice Pedro Paulo.
Ele se prepara para deixar a residência oficial nos próximos dias. A casa onde  vai morar já foi totalmente reformada e decorada. Na residência oficial desde a semana passada estão sendo encaixotados os pertences da família.
No próximo sábado, 27, num grande encontro da militância pedetista, que está sendo organizado pelo deputado Bala Rocha, Waldez anuncia oficialmente que deixa o governo para tentar uma cadeira de senador.

Na missa do santo padroeiro, sexta-feira passada, Pedro Paulo sentou distante do senador Sarney, o fofo. Mas no aeroporto os dois estavam juntinhos, juntinhos…

Por que será que na véspera de São José o prefeito Roberto Góes botava fogo pelas ventas? Ouvi de um funcionário municipal que naquele dia o prefeito estava “com a pá virada”. 😡

Começa hoje a semana de esvaziar as gavetas. Com a saída de Waldez Góes do governo, a maioria dos secretários já limpa os gabinetes para entregar aos novos “inquilinos”. Eles sabem que Pedro Paulo vai montar seu time e que pouquíssimos do time de WG serão aproveitados.

Na Prefeitura de Macapá também começa a arrumação de gavetas. Conceição Medeiros (Educação), Eraldo Trindade (Meio Ambiente) Ubiranildo Macedo (Guarda Municipal), Davi Alcolumbre (Obras) e Vicente Cruz (Procuradoria) pedem exoneração dos cargos para concorrer a mandato eletivo.

A Lei 12.217 de 17/3/2010, publicada no DOU de 18/3/2010 (anexo), acrescenta o parágrafo segundo no artigo 158 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), dispondo que parte da aprendizagem do condutor de veículo será obrigatoriamente realizada durante a noite, cabendo ao Contran  fixar a carga horária mínima correspondente.
Uma boa medida para que os futuros motoristas, principalmente de Macapá, aprendam.
Bem que  os instrutores poderiam também ensinar aos alunos  que não devem dirigir porres, pois grande parte dos motoras daqui viram bicho de madrugada turbinados pelo alcool.
Medida começa a valer dia  17 de maio de 2010.

Presidente da Comissão de Obras da Assembléia Legislativa, deputado Ruy Smith (PSB) vai cobrar explicações do secretário estadual de Transportes, Rodolfo Torres, sobre a queda das vigas da ponte sobre o Rio Vila Nova, que ceifou a vida de quatro trabalhadores e deixou mais de dez feridos.
Falar nisso, até agora a empresa contratada pelo governo para fiscalizar a obra 24 horas por dia não se pronunciou sobre o assunto. Será que estava lá quando as vigas desabaram?

Servidores federais param amanhã, 23, em todo o país. Em Macapá a concentração será na Praça da Bandeira, a partir das 8 horas.

Com um  Boeing 737-300, com capacidade para 134 passageiros, a  companhia aérea brasileira Puma Air, inicia operações no próximo dia 29 nas rotas Belém (PA), Macapá (AP) e Guarulhos (SP).

Minha bisavó já dizia: “a pressa é inimiga da perfeição e pode, inclusive, matar“.

Sítio do Governo do Amapá (www.amapa.gov.br) está fora do ar desde o dia da tragédia na ponte do Rio Vila Nova. Aliás, sempre que acontece algo muito ruim no Amapá, o sítio do governo misteriosamente sai do ar. Por que hein?

🙁 Pôxa! Minhas mudinhas de couve, alface e agrião morreram. É que eu estava esperando uma terra boa para transplantá-las para o canteiro. Não chegou. O sujeito garantiu que mandaria a terra semana passada e não cumpriu a palavra. Gente que não cumpre palavra só me lembra político patife. Cruzes!